21 de novembro de 2016

Tenho uma princesa em casa

A Inês é um dooooce de menina, mas sempre com aquele olhar traquina e malandreco! Adora brincar com legos, com os carros do irmão (e já faz "vrrmmmmmm"), não tem medo do Hulk Smash, nem dos dinossauros com cara de maus, prefere muito mais destruir as construções da lego que o irmão faz do que tentar construir alguma coisa e o que mais gosta de fazer é...........deitar-se no chão a fazer birra quando não pode fazer ou ter o que quer. Lá em nossa casa só há uma boneca, a pequena Mimi, que só é lembrada quando a Inês lhe quer tirar o gorro, e também um pónei (do My Little Poney), que foi lá parar porque era da prima e estava em casa da avó. E depois tem os livros, que ela ADORA. Folheia para trás e para frente e quando os estou a ler ela não descansa enquanto não virar a página.
Mas a minha doce Inês também atira beijinhos, faz olhinhos, pede colinho e miminhos, chama-me mamã com uma vozinha super fofa e se dormir na cama dos papás adora encostar-se e colocar a mão na minha cara.

Lá em nossa casa ainda só há máscaras de menino e nada de fadas ou princesas. Não há muitas coisas em rosa e as brincadeiras são todas de espadas e escudos na mão. Sempre em altas correrias entre irmãos (e eu a ver quando ela vai bater com a cabeça no rodapé). E como a Inês gosta destas aventuras em que o irmão a mete, também gosta de usar a sua máscara de Transformers e andar atrás de nós, como se nos fosse assustar. 
Este doce de miúda é a minha princesa. Princesa traquina e malandreca :)


9 de novembro de 2016

Sobre o que o dia de hoje simboliza para o mundo

Hoje não há página de jornal, notícia de televisão, fotografias no instagram, posts nos blogs, publicações no facebook que não falem das eleições nos EUA. De tudo o que me foi chegando através das tecnologias, 99,5% das pessoas é contra o que aconteceu e o que resta fica para uns poucos de comentários que não defendiam o Trump mas também não viam muito drama nisso.
Eu não sou especialista em economia, nem em política e muitas vezes nem ando muito atualizada (a não ser que me perguntem se a Patrulha Pata tem um elemento novo.....aí eu digo "Sim, a Everest!...dahhh"). Daquilo a que fui assistindo durante a campanha eleitoral, das conversas com amigos e dos posts que fui lendo, nunca pensei que o Donald Trump, com tanta coisa estapafúrdia que foi dizendo, fosse ganhar tanta dimensão. Depois de ver umas entrevistas que um comediante americano fez aos apoiantes de Trump, pensei ainda "não é possível alguém achar que uma pessoa está doente e prestes a morrer só porque o leu no wikipédia.....WTF?!".
Passando tudo isto à frente, não sei se a Hillary seria melhor presidente (O Obama não pode ficar lá para sempre?!), mas que este Trump é uma trampa foi o que sempre me pareceu. Agora só nos resta esperar pelo próximo ano para perceber realmente a dimensão desta decisão.

O que eu retiro de tudo isto é que nada é impossível. Ainda há quem lute por aquilo que quer e consegue (e aqui nem vou falar dos meios que usa, pois cada um tem os seus princípios). Chego à conclusão que por mais tola que seja uma ideia, o importante é lutar por ela, pois no fim saíremos vencedores.
Ainda não é desta que deixo tudo e rumo com a minha família para o campo, desprendida das coisas e a viver em paz com a natureza! Mas quem sabe se este dia tenebroso para o mundo não me dá mais um empurrãozinho para o que ainda é um dos meus sonhos.

Finais de tarde com chuva

Parece que a chuva vai voltar e deve ser mesmo desta que o outono veio para ficar. O Vicente pediu muito para saltar nas poças de água. Sempre que o levo à escola ou no regresso a casa ele pede para meter o pézinho na água. E lá fomos nós comprar umas galochas para ele brincar à vontade. Foi muito divertido, mas durou pouco tempo. Quando se apercebeu que de tanto chapinar já tinha água na meia.......foi um trinta e um e suplicou para ir embora. Felizmente, esta poça era a 10 metros de nossa casa!


5 de novembro de 2016

Veludo

Ando atenta às peças de veludo. Adoro o toque do tecido e a elegância que ostentam. Para minha surpresa, encontrei uma peça numa loja de bijutaria e acessórios, a Parfois. Esta marca tem apostado cada vez mais nos têxteis e já vai apresentando coleções mais completas. Ainda não consegui perceber se a roupa tem boa qualidade e um bom corte, o que pode fazer toda a diferença. Pelo preço de algumas peças não podem utilizar materiais muito fracos, senão vai ser uma desilusão.
Para já, estou apaixonada por este macacão!



4 de novembro de 2016

Piqueniques no parque

Enquanto este tempo de outono permitir vamos ao parque brincar e fazer piqueniques. Os miúdos adoram. Não precisamos de muitas coisas: o lanche (iogurtes, pão fresco, fruta e umas bolachinhas), a nossa manta de piquenique, bicicletas e uma bola. Passeamos pelo parque, apanhamos folhas e depois sentamos-nos a lanchar e brincar. Sabe tão bem aquele ar puro, aquela calma e, nesta época, aquelas cores tão típicas do outono.





E se fizermos isto com amigos é ainda melhor. Fico deliciada a ver a amizade destes dois. Conhecem-se desde que nasceram e estão cada vez mais cúmplices e amigos. Também já se entretêm muito bem os dois sozinhos, o que nos deixa mais tempo para conversas de adultos, onde não se fala de papas, fraldas e sonos! 


Halloween

O halloween é cada vez mais festejado no nosso país. Confesso que não acho muita piada ao conceito, pois não gosto de coisas feias e assustadoras. No entanto, nem concordo, nem discordo que se façam estes festejos. Se por um lado é certo que estamos a comemorar uma tradição que não é nossa, por outro, neste mundo cada vez mais globalizado, porque não as pessoas divertirem-se? Acho que cada um deve fazer o que o deixar mais feliz, desde que isso não interfira com a vida das outras pessoas. 
No nosso bairro, os miúdos que por ali vivem juntam-se e andam a bater às portas. Nós estamos sempre prevenidos, pois nunca sabemos o que nos vão aprontar. Este ano não foram muito mauzinhos e os últimos a tocarem à campainha (já nós estávamos a dormir e a campainha ficou desligada), apenas deixaram uns pózinhos de farinha na entrada e pouco mais. Já nos aconteceu atirarem com farinha e papel molhado à porta da entrada (que na véspera tinha sido envernizada) por mero gozo e maldade, pois nem sequer tocaram ou bateram à porta! Enfim!
O Vicente não quis andar de porta em porta e preferiu escolher uma máscara de Transformer para ficar em casa a "receber" os miúdos que por lá passaram. Na realidade, ele escondeu-se debaixo da mesa todas as vezes que nos bateram à porta!!!!!!!
O mais importante disto tudo foi ele divertir-se com a máscara, pedir para vesti-la várias vezes para brincar e passear de bicicleta. E quando o meu filho está feliz, viva o halloween :)


3 de novembro de 2016

Irmãos

Estes meus filhos. Estes irmãos. Os dois uns queridos, mas com personalidades tão diferentes e ainda tão pequeninos que eles são. Nota-se que querem estar um com o outro, mas ainda não percebem os limites e as limitações de cada um. O Vicente ainda se esquece que a irmã é mais pequena e frágil. Quer pegar, abraçar, correr, saltar com ela. Já a Inês quer brincar com ele e pega em tudo o que ele com tanto cuidado construiu, endireitou, empilhou. Ela chora quando cai desamparada. Ele fica chateado (e até amuado) quando ela mexe nos brinquedos que ele no momento escolheu para brincar.
Quando se distraem os dois a ver desenhos animados, costumo encontrá-los sempre juntinhos. Ela chega-se a ele e encosta-se. Ele dá um jeitinho para ficarem ainda mais coladinhos. É dos momentos mais amorosos que já vi entre os dois.
Sei que vai haver sempre zaragata. Eles vão chatear-se por causa de coisas irrelevantes aos nossos olhos, mas importantes para eles. Mas quero que se abracem sempre muito. Que se ajudem. Quero que sejam irmãos de coração (porque de sangue já o são)!


27 de outubro de 2016

Ser mãe também é......

......ouvir explicações interessantes.
Baby Boy: oh mãe, eu não quero só um presente de Natal, quero mais. 
Eu: filho, o Pai Natal só consegue trazer um presente por menino. 
Baby Boy: mas mãe, eu vou escrever várias cartas ao Pai Natal verdadeiro. Eu vi-o quando deixou os presentes na nossa porta [o ano passado] e ele era mesmo verdadeiro. 
Eu: Pai Natal verdadeiro? Mas existe algum que não seja?
Baby Boy: sim, existe o Pai Natal invisível. 
Eu: mas se é invisível como é que tu o vês? 
Baby Boy: o Pai Natal invisível só anda no céu e só distribui presentes aos anjos. Eu vou escrever cartas ao Pai Natal verdadeiro, o que entrega presentes aos meninos da Terra.

E pronto, começa a loucura do Natal.

25 de outubro de 2016

Arrumar e destralhar

As mudanças de estação são sempre acompanhadas de uma arrumação aos roupeiros. No entanto, durante o ano também sinto necessidade de fazer vários destralhamentos em casa. Dá-me uma sensação de organização e de libertar-me de coisas que não são usadas ou já não servem.
No final há sempre imensas cruzetas que ficam a mais (e que podem ser ocupadas por peças novas que estejam em falta). Prefiro ter poucas coisas no roupeiro mas que sei que me assentam bem e que uso com frequência, do que muitas peças que já estão gastas, já não servem e que já não dou uso há uns bons meses (para não falar em anos). Mas como há sempre um vestido, uma blusa, umas calças ou outra peça que são de boa qualidade e, apesar de não usar tanto, não consigo oferecer, guardo numa caixa (aquelas de arrumação do IKEA), pois não sei quando voltarei a usar. Há peças que dão mesmo para reciclar uns anos mais tarde!
Depois organizo a roupa por tipo de peça e, se ainda tiver tempo e paciência, por cores. Fica tudo muito mais arejado e é muito mais fácil na hora de escolher e conjugar.

Quanto à roupa que fica de lado para oferecer, costumo dividir em dois montes. O monte de roupa que está em bom estado e que vai para associações ou lojas solidárias e o monte de roupa em mau estado, com peças muito gastas, rasgadas ou com buracos. Há uns anos atrás, esta roupa ia diretamente para o lixo, mas agora vão para um local onde vai ser retornada em alimentos para famílias desfavorecidas. No meu caso deixo as roupas em contentores da Sociedade de São Vicente de Paulo (são azuis e estão identificados com o logotipo da associação). Esta roupa estragada é entregue a uma empresa que faz a reciclagem da mesma e, por seu lado, doa alimentos no valor das peças que foram recebidas. Estes alimentos são depois distribuídos pela Sociedade São Vicente de Paulo a famílias carenciadas. É outro meio de ajudar quem precisa :)



24 de outubro de 2016

Festa surpresa

Cada vez mais gosto de celebrar, de reunir família, de convidar amigos. É sempre uma das resoluções do ano: mais convívios. Não sei porque não o faço mais vezes. A vida corre a uma velocidade louca, a semana sempre com rotinas, as ementas para ninguém passar fome em casa, as tarefas domésticas que nunca acabam......e de repente já estamos no fim de semana e só quero descansar. Com dois filhos ainda pequenos, o descanso nem sempre é sentar-me no sofá e não ter ninguém dependente. Quando dou conta já é segunda-feira outra vez!!!!!

O meu pai completou 60 anos e lembrei-me de organizar uma festa surpresa. Andávamos todos com segredinhos para não haver fugas de informação. Mentirinhas para aqui e para acolá e acho que foi uma boa surpresa. A minha mãe é que não é muito boa para estas coisas e quase desvendava tudo. Depois também nos esquecemos da chave na porta e o meu pai não a conseguia abrir.....enfim, isto de festas surpresa tem sempre umas aventuras pelo meio.
Para o bolo, pedi a uma amiga que me fizesse em pasta de açúcar 7 bonecos que simbolizavam os meus pais, os filhos e os netos. Ficou mesmo engraçado e deu outra vida ao singelo bolo de cenoura que lhe preparei.