17 de julho de 2018

Os aniversários dos miúdos

Realmente o tempo passa, vamos dando prioridade ao que é importante e este blog vai ficando aqui meio esquecido, meio em stand-bye. Gosto muito de escrever, mas nem sempre tenho tempo. Entretanto, desde a última vez que escrevi, os miúdos já fizeram anos.

O Vicente fez 6 anos. Está a ficar crescido. Já vai para o 1º ano. Começa a ser cada vez mais independente. E neste aspecto, já podia ser há mais tempo, mas aqui a mãe anda sempre a correr e para não atrasar a rotina lá o ajuda a vestir ou despir. No banho já faz tudo sozinho e só verifico se está bem limpo. Não gosta de cuecas nem boxers justos. Felizmente encontrei na Zara uns boxers em popelina (e 100% algodão) que, segundo o Vicente, o fazem sentir "mais livre" (ahahahah). Está a adorar jogar futebol e já começa a imitar alguns jogadores. Adora comer. Seja peixe com batata cozida, como massa com bife de perú grelhado. Depois há sempre aqueles estragos em que os avós são peritos. Temos que abrandar o ritmo, ou o miúdo nem em roupa de 9 anos vai caber. É que já lhe estou a comprar 7-8 anos!!!!!!!!!!!! É um irmão super carinhoso. Mesmo contrariado é capaz de emprestar à irmã o brinquedo que tem na mão. Só para ela não reclamar/chorar. Adora legos e dinossauros. Às vezes é teimoso. Continua com a sua veia criativa ao mais alto nível.

A Inês fez 3 anos. A princesinha da casa. A sua paixão é a dança. Agora também gosta de ter as suas "bebés" e tratar delas. Nos momentos em que amua não prescinde de ficar agarrada ao seu panda. Acha que a chorar vai conseguir tudo o que quer. Não tem resultado muitas vezes!!!!!!! Tem um ar super engraçado quando está virada para o teatro. Adora beijos e abraços. Ainda usa chupeta. O desfralde noturno ainda não foi feito e eu percebi que as crianças têm o seu ritmo e não são mais ou menos desenvolvidas por deixarem algumas coisas (supostamente) mais tarde. Com a Inês é tudo um drama, por isso as coisas vão indo a passo lento, mas vão no bom caminho. Segundo as auxiliares, é das meninas mais bem comportadas da escola. No entanto, quando a vou buscar, chegamos ao carro e é capaz de fazer uma birra enorme porque não se quer sentar na cadeira dela e sim na do irmão. Já teve varicela. E foi forte. Muito forte. Perdeu as duas semanas de praia com a escola, mas a parte chata das pintinhas já está a desaparecer. Tanto está a reclamar com o irmão como o está a abraçar.



7 de maio de 2018

O Dia da Mãe em modo caseiro também existe

Não me levem a mal pelo título deste post, mas, do pouco que vi nas redes sociais, não faltaram mães a partilhar os seus momentos com os filhos ou os filhos a mostrar as fotos das/com as mães! No jardim, na praia, num passeio (e fizeram muito bem)......este dia acaba por ser um domingo como tantos outros, mas com um cheirinho especial porque se celebra o papel da mãe! E, por mais que eu seja apologista de celebrar simplesmente a vida, também é bom ter estes dias festivos para nos relembrar que temos que agradecer e celebrar o que de melhor temos.
Este ano, lá em casa, optámos por convidar a família mais próxima para um almoço, pelo que já prevíamos um domingo muito atarefado. Começámos logo no sábado ao final da tarde a tratar de tudo e deixar o mínimo para o dia seguinte. Mas, acordámos mais tarde do que o previsto e começou logo o frenesim de quem tem que montar mesas extra na sala, preparar o que ainda faltava e tomar decisões de última hora (como por exemplo o tipo de arroz para fazer um arroz de marisco: agulha ou carolino? ahahah).
Com a Inês febril - nada de muito quente, mas não no seu estado 100% normal - confesso que também fiquei mais em baixo e, nestas situações, acabo por não conseguir desfrutar em pleno dos momentos.
E então temos aqui todos os ingredientes para um domingo por casa, a celebrar o Dia da Mãe. E também foi muito bom. Muita gente, muita confusão (família a crescer.....), algum cansaço, mas é sempre bom estar com os nossos e receber em casa. 
O que faltou mesmo foi conseguirmos tempo para "montar" o nosso jardim e espaço de lazer, pois assim ainda dava para aproveitar melhor a nossa casa!
Também faltou algum registo fotográfico. Não para publicar ou mostrar, mas para mais tarde recordar. Engraçado que antigamente tirávamos mais fotos em papel e não tínhamos plataforma para as mostrar. Mas, ao mesmo tempo, guardávamos mais religiosamente em álbuns e hoje temos ali um baú de recordações incríveis. Hoje em dia, tirámos fotos para tudo e alguma coisa, publicamos, mostramos, e depois já não criamos o ritual de abrir o livro e recordar os vários momentos! Mas, desta vez, nem para guardar, nem para recordar! Tenho que rever esta minha falha!

A foto não é de agora, mas estão cá os meus dois coraçõezinhos que me dão energia (e, às vezes, cabo dela também)!


7 de abril de 2018

Dino Parque

Assim que ouvimos falar na abertura do Dino Parque, na Lourinhã, sabíamos que tínhamos que lá ir com o Vicente. E assim que ele ouviu na televisão, pediu logo para ir ver os dinossauros. Aproveitámos as férias da Páscoa para esta escapadinha. Decidimos que iam ser dois dias de filho único e só avisámos o Vicente momentos antes de pegarmos nas malas e sairmos de casa (acreditem que a Inês ADOROU ter os avós só para ela!).
O Dino Parque está bem preparado para uma tarde no mundo dos dinossauros. Para além do espaço aberto com imensas espécies espalhadas por todo o pinhal, há um mega espaço de atividades para os miúdos. Caixas de areia para encontrar fósseis, barro para moldar, dinossauros para pintar e na entrada ainda uma pequena exposição com fósseis encontrados na zona da Lourinhã. Também tem área de descanso e merendas ao longo do percurso. Nós tirámos imensas fotos e passámos um bom bocado na área das atividades.
Já ao final da tarde, rumámos ao hotel, que reservámos em Peniche. Escolhemos o MH Peniche.  Muito confortável e com uma decoração super gira, alusiva ao mar. Após um check-in com alguma falta de simpatia por quem nos atendeu (de resto, todos os funcionários foram extremamente simpáticos), fomos para a piscina interior demolhar um pouco, enquanto chovia torrencialmente lá fora. Para jantar, optámos por sair do hotel, apesar de haver jantar buffet e o bar servir alguns snacks (e sopa, que dá um jeitaço para quem vai com crianças). Era tarde, chovia, estava frio e vento (muiiiiito vento naquela zona). Não conhecíamos nada para aqueles lados e arriscámos o Restaurante do Parque. Divinal. O senhor sempre super simpático e o peixe maravilhoso. Recomendo!
O dia seguinte estava reservado para uma breve passagem por Óbidos, para almoçar. O Vicente adorou espreitar pela muralha imponente, a mousse de chocolate de sobremesa e ainda uma bomboca de bónus (os adultos foram para a ginginha fresca...maravilhosa!). Apetecia comer e comprar tudo o que se vende por aquelas ruelas tão giras. Mas depois, deu uma chovada tão forte que foi hora de fazer o caminho de volta a casa. Ainda parámos em Aveiro para lanchar. Quem não conhece a Padaria Flor de Aveiro, devia conhecer!
E assim foi a nossa escapadinha. Curta mas que soube muito bem.







6 de abril de 2018

Mais uma Páscoa em família

Já passaram alguns dias e, na verdade, não tenho nada de especial para dizer. As tradições mantêm-se e por isso o ritual do domingo de Páscoa continua muito idêntico aos anos anteriores. A primeira coisa que fazemos é preparar a chegada do compasso, que consiste em colocar flores e verduras à entrada de casa. Os miúdos gostam de ir ver onde anda a cruz e o senhor que toca a sineta. Depois vamos almoçar com o resto da família. Ovos cozidos em casca de cebola, carne assada, muitos doces, chocolates e amêndoas!!!!!
Este ano, pela primeira vez, fizemos uma caça ao ovo. Oferecem sempre tantos chocolates aos miúdos que decidimos juntar tudo e espalhar pelo jardim. Foi engraçado vê-los a correr e a espreitar por tudo o que era vaso, flores e relva. Mas acho que nesta parte foi mais divertido ver os adultos a correr atrás dos mais pequenos...ahahahah! No final, tivemos que confiscar praticamente tudo! Agora está tudo bem guardadinho para os papás miúdos comerem  numa semana irem comendo ao longo do ano!
Uma situação engraçada desta Páscoa também passou pelo interesse dos meus filhos no órgão de música onde passei muitas horas da minha adolescência. Ou porque precisava treinar para as aulas de música, ou porque ensaiava as músicas que ia tocar na missa ou, muitas vezes, para relaxar antes de um teste. Fui perdendo essa paixão, mas parece que os miúdos me estão a dar forças para arranjar um espaço em casa e, de uma vez por todas, levar para lá o órgão e voltar à música. Quem sabe!






7 de março de 2018

As crianças e a morte

Este tema é sempre estranho para mim. Não tenho nenhuma posição vincada sobre o assunto. Devemos explicar o que é a morte? A partir de que idade devemos falar?! Eu acho que cada pessoa deve fazer aquilo que acha mais correto com os filhos. E já se sabe que, mais cedo ou mais tarde, este tema vai ser alvo de assunto com as crianças.
Quando o Vicente nasceu, o avô paterno já não estava entre nós. Ele nunca o conheceu. Começou a ver fotografias e a ouvir falar dele e um dia perguntou onde estava o avô. Era de noite, íamos de carro e, na altura, só nos ocorreu dizer que era uma daquelas estrelas brilhantes. Desde então, sempre que ele via uma estrela dizia que era o avô.
Por outro lado, e como os meus pais são católicos praticantes, o Vicente, desde cedo, entrou em igrejas e cemitérios. Nunca escondemos o que significava, mas ele sempre achou que o avô era aquela estrela brilhante.
Há dois anos faleceu a minha avó materna. A bisavó do Vicente, com quem ele sempre conviveu. Nunca consegui falar com ele sobre esse assunto. E sempre estranhei ele não perguntar, pois era visita frequente a casa dela.
Meio ano depois, estávamos num casamento e alguém da mesa, que não conhecíamos, estava a meter conversa com o Vicente, com 4 anos. Então e a escola, e os amigos, e gostas disto, e gostas daquilo.....e os doces.....e os avós são fixes porque dão muitos doces....!!!! E assim do nada o Vicente diz: "eu tenho 5 avós, mas uma delas foi viver para muito longe, num prédio tão alto que chega ao céu...e eu não posso vê-la porque é muito difícil lá chegar"....Eu fiquei parva com tamanha resposta, mas depois não falámos sobre isso!
Há pouco mais de uma semana, íamos de carro, de noite, e o Vicente, com 5 anos, comentou: "Olha mamã, está uma estrela muito brilhante a seguir-nos. Sabes quem é? É o bubu! Mas olha, está outra mesmo ao lado também muito brilhante. Acho que já sei quem é.....é a bisavó!". Bem, eu fiquei sem saber o que dizer, o que pensar. Saiu-me um "tu sabes que a bisavó já morreu, não já?!", ao que ele responde de forma segura e calma: "Claro que sim!".

27 de fevereiro de 2018

Styling - dias de chuva

A chuva veio e parece que é para ficar! Estamos no tempo dela, é verdade! Com os raios de sol que tivemos nos últimos dias, quase já nem dá vontade de voltar aos modelitos "pesados" do inverno. Vamos ver se vai dar para contornar essa questão. Eu já ando a pensar em coisas mais leves, mas pela amostra de hoje de manhã, parece que ainda são precisos umas casacos e camisolas quentinhos!


Trench Mango. Vestido Mango. Sapatos Zara. Brincos Mango. Mala Zara.



Trench H&M. Camisola Mango. Calças Mango. Sapatos Zara. Mala Parfois. Brincos Parfois.

26 de fevereiro de 2018

Vitamina D, please

Parece que amanhã volta a chuva em força e para durar! Nós fomos aproveitar o sol ao máximo, pois já estávamos a precisar, e muito! Passeio e almoço em frente ao mar. Maravilha. Os miúdos adoram e nós também. Nestes dias não somos muito exigentes e, depois de uma sopa, deixamos que eles "escolham". Claro que tem que meter batatas fritas à mistura para o Vicente e salsichas para a Inês. Gelado de sobremesa e hora de regressar a casa, que as sestas da princesa ainda exigem algum controlo de horas. 
Depois do cenário chuvoso que se prevê, e que também é preciso, esperamos que o sol regresse para mais fins de semana assim. E, depois daquilo que temos visto nos jornais, temos mesmo que agradecer tudo o que temos e podemos fazer no nosso país (mesmo que nos possa parecer pouco)!!!


Sim, sou magra! E depois?

Eu sempre fui magra. Talvez pela genética, talvez porque sempre pratiquei desporto. Com a alimentação nunca tive muitos cuidados, é verdade. Mas também não sou muito de fritos, molhos e sei que não posso abusar no açúcar que fico mal disposta. Só de há uns poucos anos para cá comecei a introduzir uma alimentação mais saudável. No entanto nunca achei que não comesse saudável, simplesmente tentava equilibrar bem as coisas! Sempre gostei muito do equilíbrio, em tudo!
Depois das minhas duas gravidezes, voltei sempre ao peso que tinha inicialmente. Da primeira, voltei ao desporto de competição, pelo que, para além do peso, recuperei o meu músculo (atenção, nada comparado à forma da Carolina Patrocínio!!!!! ahahahah). Da segunda gravidez voltei muito rápido ao meu peso, mas desleixei-me mais no exercício. E passado 1 ano ainda emagreci mais 2kg (talvez falte aqui o meu músculo para me dar rijeza). Estou dentro dos parâmetros normais. O que é certo é que toda a gente nota que estou mais magra e não se coíbe de mo dizer. Eu vou ouvindo. Eu vou dizendo com um sorriso e a corar que ando sempre de um lado para o outro. Talvez seja o stress. Mas agora, até o porteiro do meu local de trabalho pergunta se eu estou doente. Depois há quem diga que eu estou a desaparecer. Vá, já começo a ficar um bocadinho farta de ouvir a mesma coisa e, não sendo propriamente hipocondríaca, começo a pensar em fazer novamente análises!
Com estes episódios, lembrei-me logo de uma amiga que sempre se queixou! Ela sempre foi magra! Ela não é uma pessoa doente! É magra! Ela sempre ouviu as pessoas dizerem que estava magra, mas com um tom mais depreciativo. E agora eu começo a percebê-la melhor. Um dia, essa minha amiga disse-me: "Então e os gordos?! As pessoas não abordam uma colega de trabalho e dizem que ela está gorda! Porque dizer a alguém que é gordo ofende, certo?! E dizer aos magros?! Não ofende?!"
Eu sei que pode ser difícil ter sensibilidade para este assunto. As pessoas podem ser magras ou gordas porque querem, pelos seu hábitos alimentares. Ou então pela genética. Pode ser ainda mais grave e estarem realmente com uma doença! E quem está do lado de lá, que não conhece a pessoa assim tão bem e não sabe, pode estar a ofendê-la ou a entristecê-la.
Não havendo problemas nem riscos para a saúde, as pessoas devem sentir-se bem e felizes consigo próprias. Isto é o mais importante!

1 de fevereiro de 2018

O quadro do meu avô

O meu avô materno era pintor. Mas não era pintor artístico, era pintor numa fábrica (nem sei bem que tipo de fábrica era, mas acho que incluía pintura de madeiras). Nos tempos livres, uma das coisas que ele adorava fazer era pintar quadros. Quadros grandes.
Numa tarde de sol, no seu terraço, o meu avô recortou uma imagem de um jornal e começou a fazer o esboço numa tela. Quando pegou nas tintas eu aproximei-me e fiquei a observar. Que cores bonitas. Ele estava a pintar o casario velho da Ribeira do Porto. De repente, o vento soprou mais forte, e o recorte do jornal voou. Passou a casa do vizinho e aterrou num terreno vazio e vedado. O meu avô nem sequer tentou alcançá-lo, pois havia uma rede. Mas não se importou, pois disse que pintava como achava melhor. Que não tinha necessariamente que pintar tal e qual a imagem.
Mas eu achei que a imagem era tão bonita que decidi ir resgatar o recorte. Avancei a rede, corri atrás e lá consegui apanhar o papel. No regresso, ao avançar novamente a rede, rasguei a camisola que tinha. Era uma das minhas camisolas preferidas no momento (na realidade era uma sweatshirt da escola onde eu andava, que eu adorava do coração). Entreguei o papel ao meu avô e fui para dentro de casa, triste pelo rasgão na camisola.
Uns dias, ou até talvez semanas, mais tarde, o meu avô ofereceu-me um presente. O quadro do casario da Ribeira do Porto, numa moldura branca toda trabalhada. Tão colorido e bonito. Eu tinha uns 10 / 11 anos. Fiquei contente, mas na altura também me ocorreu "mas onde é que eu vou meter isto?!". A minha mãe pendurou o quadro no meu quarto e, para ser sincera, eu nem dava conta dele a maior parte das vezes.
Uns anos mais tarde, e já depois de o meu avô falecer, o meu quarto sofreu umas pequenas obras e o quadro foi parar a uma arrecadação que os meus pais têm no fundo do quintal. Lá ficou esquecido. As obras do quarto acabaram e eu não me lembrei mais do quadro. 
Quando o reencontrei, já numa fase mais adulta, fiquei despedaçada. As tintas tinham literalmente caído do quadro, provavelmente devido à humidade que ali se fazia sentir. Não restava nada. E desde então, lembro-me muitas vezes daquele quadro, do meu avô e da história do resgate do recorte de jornal (lembro-me da camisola que era branca com uma andorinha azul, lembro-me do meu avô dizer "cuidado, não te magoes" e lembro-me de correr e correr atrás do papel que não parava no mesmo sítio).
Neste momento, o quadro que já não existe ocupa um cantinho do meu coração como nunca ocupou enquanto o tinha, exposto a olhos vistos. Fico muito triste por não ter ficado com aquela recordação do meu avô. Mas por outro lado, será que me iria lembrar tantas vezes do meu avô se ainda tivesse o quadro?!

22 de dezembro de 2017

Natal

Quase véspera de Natal. E o que adoro estes dias pré-festa! Há todo um espírito natalício que eu gosto de viver e, com o passar dos anos, tenho conseguido ir-me afastando do consumismo e dos stresses das compras e das confusões. E passa-se tão melhor esta época com mais calma e menos materialismos. Mais convívio e palavras. 
Este ano não há roupinhas de Natal para os miúdos. Há uma tentativa de andarem a combinar, mas com o que já temos em casa. Não que eu não goste dos pendants que são possíveis fazer nestas festividades, mas tentei deixar isso de lado. O facto de passar a véspera numa casa mais fria, levou-me antes a comprar uns pijamas polares a condizer para os miúdos. Mas não se preocupem, nesta casa há tanto amor para dar, que vamos estar muito quentinhos nos nossos corações. Afinal, é o mais importante!
Entretanto, ainda há luzinhas de Natal para ver, doces para fazer e miminhos para distribuir pelos vizinhos. Quero muito aproveitar estes dias, porque depois do dia de Natal parece que toda a magia se evapora. E por isso é que o Natal é tão especial. Porque há uma magia diferente do resto do ano a espalhar-se pelo ar.

Sejam felizes, mesmo com as pequenas coisas. Abracem aqueles que gostam e os que precisam. Convivam com os amigos e familiares. Dêem mimo. Deliciem-se com uma caneca de chá quentinho no sofá. Apreciem o que vos rodeia. Se puderem ajudar alguém, mesmo que só nesta época, façam-no. 

Desejo um Santo Natal a todos os que passam por aqui. Desfrutem bem a vida!