2 de maio de 2019

Mini férias da Páscoa

Estas mini férias da Páscoa sabem sempre bem. Parar um bocado da azáfama do dia-a-dia e das tarefas profissionais, aproveitar para estar mais tempo em família e dar atenção aos miúdos. Tentamos sempre sair da nossa cidade para espairecer e respirar outros ares, pois já sabemos que se ficarmos por casa arranjamos sempre afazeres pendentes.
Regressamos aos Salgados, pois gostámos muito de lá estar da última vez. Os miúdos só pensavam na piscina exterior de água quente e nós só não queríamos pensar nas tarefas domésticas e na agenda diária que anda quase ao segundo.
A viagem é sempre cansativa, mas o importante é que corra bem. Tanto na ida como na volta foi tudo muito pacífico, mas confesso que no regresso fiquei exausta. Parece que nunca mais chegávamos a casa.
O tempo não estava propriamente para fazer muita praia e piscina, mas deu para apanhar vitamina D e para os miúdos brincarem na água gelada!!!! Infelizmente a piscina exterior de água quente já não tem água quente (só água gelada como as outras), mas quando o sol abriu ainda deu para saboreá-la. Os miúdos, não eu! Desta vez aproveitámos muito mais a piscina interior, pois estava muito mais agradável. Íamos ao final da tarde para "descontrair" e assim durante o dia tentámos sempre andar a apanhar algum sol.
O Vicente adorou o tempo que passou na piscina e delirou com o jantar buffett cheio de variedade e coisas boas, não fosse ele um grande comilão. A Inês já andava mais preocupada em exibir os seus modelitos de folhos e princesas, de saber quem ia atuar à noite para treinar os seus passos de dança e, claro, nunca se esquecia do seu gelado à sobremesa, minuciosamente decorado por ela.
Os miúdos continuam a falar do hotel e a dizer que querem ir para lá viver (eu também!!!!!!), sinal de que realmente gostaram das férias.
Desligámos um pouco do nosso dia-a-dia e deu-nos energia para voltar à rotina até às próximas férias, que ainda faltam, mas já só pensamos nelas.







27 de março de 2019

As crianças e o desporto

Desde miúda que pratico desporto e já experimentei alguns bem diferentes. Em água, em terra, em equipa e individuais. Porque o desporto sempre me deu muita aprendizagem a nível pessoal e escolar/profissional, muitas amizades e muitos momentos bons, considero que é fundamental no crescimento dos meus filhos. Não os quero forçar a nada, mas tento ao máximo motivá-los para o exercício físico. Em casa damos sempre o exemplo, pois também é importante mostrar que não os estamos a obrigar a nada. Só queremos incutir bons hábitos e aquilo que lhes faz bem.
A Inês tem ginástica e dança na escola e para já ainda não a inscrevi em mais nada. Tem 3 anos e em casa tem imensa energia que a faz pular, saltar, correr...enfim, fico cansada só de pensar. Mas não tarda e vou começar a sondar o que é que ela gostaria mais de fazer.
O Vicente está na natação e tem tido um progresso enorme. Depois de 1 ano e meio na piscina municipal (com mais 10 meninos dentro da piscina), sempre choroso que não queria ir, seguimos o conselho de uma amiga e ele foi para um ginásio onde tem a professora para ele e para mais um menino, que por acaso é, atrevo-me a dizer, o melhor amigo (conhecem-se desde que nasceram!). O trabalho é mais individual e os dois tiveram uma evolução gigante. Só para perceberem, em Outubro, o Vicente detestava água na cara e agora mergulha e anda debaixo de água a pegar em argolas e outros brinquedos. Em casa, a consequência boa disto é que já toma banho sozinho, sem qualquer ajuda. Tem uma aula por semana e depois mais 2 treinos de futebol. Tentei o andebol, mas escolhi um clube pouco organizado e com muitas falhas, o que não ajudou muito na adaptação. Um primo adora futebol e o Vicente foi acompanhá-lo e por lá ficou. Esta já é a segunda época. Não é de todo um desporto do qual seja adepta, mas ele gostou (que é o mais importante) e a parte de ser ao ar livre o ano inteiro dá-lhe outra força e imunidade. Faça chuva ou faça sol!
O primeiro ano correu bem. Ele não tem muito jeito, mas andou lá com a equipa a correr e a aprender com brincadeiras. Já o segundo ano não está a ser aquilo que eu acho que o desporto deve transmitir aos miúdos. O clube decidiu entrar numa liga com outras equipas e está a colocar de parte quem não tem tantas habilidades. Compreendo que queiram muitas vitórias para motivar os miúdos, mas, na minha muito modesta opinião de desportista (já nem falo como mãe), deveria haver mais inclusão, mais espírito de equipa, mais equidade. É muito difícil todos os atletas evoluírem quando só um grupo é estimulado. Fico com muita pena e o Vicente parece começar a aperceber-se que em muitos jogos só foi convocado para um. Que em muitos exercícios ele faz sempre de defesa para os outros treinarem jogadas. Que em alguns treinos ele vai com mais 2 ou 3 meninos fazer exercícios com os mais novos. Eu e o meu marido temos incentivado a ir aos treinos, pois queremos que ele cumpra até ao final da época. Mas já o colocámos à vontade para escolher outro desporto e ir experimentar.
O desporto é importante e faz bem. Praticar o que se gosta é bom para a motivação e a satisfação pessoal. Há muitas aprendizagens para além das específicas de cada desporto: resiliência, trabalho de equipa, espírito de sacrifício e muitas outras que podemos aplicar em toda a nossa vida, seja com a família, amigos ou no trabalho. Já nem falo das grandes e boas amizades que se podem fazer.
Eu espero que os meus filhos encontrem um desporto que adorem e que nunca percam o gosto por se mexerem e se divertirem.

12 de março de 2019

Trash the dress - as fotos

Tendo em conta que me casei em 2008 e que fiz uma sessão Trash the dress em 2011 com promessa de fotos, este post já vem assim um bocadinho (bastante) atrasado. Como sabem não costumo colocar por aqui muitos rostos, pelo que a seleção de fotos a mostrar ficou bastante reduzida. Já para não falar que o disco onde tinha toda a sessão decidiu não colaborar e agora arrisco-me a não conseguir vê-las tão cedo.
Esta sessão foi feita entre amigos. Um amigo que gosta de fotografia e umas amigas que decidiram alinhar nesta maluqice e se auto-intitularam de "assistentes". Começámos num parque e acabámos a tirar fotos no centro do Porto e na Foz.
Algumas fotos ficaram lindas de morrer, outras ficaram divertidas, algumas só dão vontade de rir de tão parvas (mas engraçadas) e ainda houve tempo para registar algumas fotos do grupo que vão ficar na minha memória.
A meio do dia fizemos um piquenique e só vos posso dizer que nos divertimos à brava. Foi para lá de bom este dia cheio de sol, com muitos curiosos e, surpreendentemente, com uma concentração de noivas na Ribeira!!!!!!
Deixo aqui uma pequeníssima seleção (muito pequena mesmo) do que foi o nosso trash the dress.....ahhhhh, e o meu vestido continua direito!







19 de fevereiro de 2019

Praia no inverno

A praia faz bem todo o ano, esta é a minha opinião. Isto desde que não esteja a chover torrencialmente ou haja alertas para não nos aproximarmos do litoral. Tudo com a sua conta, peso e medida, claro.
No fim de semana passado, aproveitámos o bom tempo e fomos almoçar junto à praia. O tempo estava tão apelativo e os miúdos estavam tão desesperados por meter o pé na areia, que depois de um grande waffle com gelado, nutella e pintarolas decidimos tirar o calçado e as meias e brincar no areal. Meti logo o protetor solar (que anda sempre comigo), chapéus na cabeça que não se brinca com sol e lá foram os miúdos correr à vontade. Queriam molhar os pés e lá lhes fiz a vontade. Antes tiraram as calças, que eu já estava a prever uma grande molha (e depois quem se molhou fui eu!). Esperámos que uma onda chegasse devagar até nós, que eu não sou de me aventurar a ir muito longe com ondas grandes e sem vigilância. O certo é que a água estava tão fria que fomos de imediato fazer castelos para a areia mais quentinha. 
Estivemos poucos minutos, mas foi um boost de energia que ganhámos ali! Mesmo que só nos ficássemos pela areia ou até que só andássemos pela marginal. A praia é um sítio que adoramos e queremos mais dias destes antes do verão!


22 de janeiro de 2019

Ser mãe também é...

...marcar a primeira vaga disponível do pediatra porque o miúdo se queixa da língua há dois dias e eu vejo umas bolhinhas lá atrás. Lá saí a meio do trabalho, ele faltou às aulas da parte da tarde. Chegámos, o pediatra observou e pergunto eu: "Está a ver as bolhinhas?". E responde o pediatra: "Sim, estou, são as papilas gustativas!!!"
Só me apetecia esconder num buraquinho!!!!! Mas passados uns minutos de sair da consulta perdi-me a rir!!!! Mãe há 6 anos e meio e estou sempre a aprender!
Em minha defesa, o miúdo está congestionado e viemos de lá com prescrição de anti-histamínico e uma solução para o nariz!

8 de janeiro de 2019

Quando as férias sabem tão bem!

Entre o Natal e o Ano Novo costumo tirar férias para estar em família e poder gozar estes dias de festa na tranquilidade. Não sei se tranquilidade é a palavra mais correta, pois com duas crianças há sempre muita agitação. Mas acho que posso aplicar o termo ao facto de andar sem horários restritos e exigentes, muito comum durante praticamente todo o ano.
Foram dias de deitar tarde e de cada um acordar ao seu ritmo. Decidir o que fazer 5 minutos antes de sair de casa para aproveitar o tempo de sol e as temperaturas muito agradáveis para a época. Até as sestas da Inês, das quais raramente abdico, foram passadas ao lado naqueles dias em que só queríamos aproveitar o ar livre até quando desse.
Os miúdos andaram felizes, na rua, com brincadeiras (e muitas discussões também....a Inês continua desafiadora), sem pressas e a desfrutar da companhia uns dos outros. Nem a febre que a Inês teve no dia 25 de dezembro me deixou em baixo, como é normal. O estar em casa e poder cuidar dela dá-me logo outra estabilidade emocional. Felizmente foi só nesse dia e, após consulta com o pediatra, ficou boa num instante. Não fomos passar uns dias fora como o previsto, mas também gostamos muito da nossa cidade e aproveitámos ao máximo a praia, o parque, as esplanadas!
Estas férias souberam-me muito bem. Fizeram-me lindamente e sossegaram o meu ritmo acelerado do dia-a-dia. Ficava assim até me fartar. Sei que, provavelmente, não iria aguentar assim para sempre, mas mais uns tempos acho que não me importava nada.
Agora já voltámos às rotinas. Correrias de manhã, ao almoço e ao final da tarde. Eu bem tento mudar algumas coisas para andar mais tranquila, mas o relógio não deixa. O trabalho também não. E as campainhas das escolas tocam sempre ao segundo, nem mais, nem menos!
Mais uma vez, tirei poucas fotos destes dias de descanso e de caras alegres. Ficam na memória e no coração. O que importa é que gozámos a valer!



7 de dezembro de 2018

Porque é que a magia só acontece no Natal?!

Eu adoro a época de Natal. É o quentinho de casa a contrastar com o frio da rua. São as luzinhas que iluminam os dias mais curtos. São os cheiros dos doces e do que vai saindo do forno. E é também todo o sentimento solidário que as pessoas vão buscar ao seu coração. Há sem dúvida uma magia de Natal, que eu não quero perder. E se eu sinto tudo isto é também porque tenho o privilégio de ter uma casa, de ter saúde, de ter família, de ter amigos. Tenho muito a agradecer por isso e tenho que aproveitar bem, pois não sabemos quando alguma coisa nos pode faltar!
Nesta época as pessoas querem marcar encontros, as pessoas preocupam-se em ajudar quem precisa, as pessoas parecem estar mais tolerantes, as pessoas abrem mais o coração, as pessoas agradecem mais. Que bom que é! E que pena não ser assim mais vezes durante o ano. Quando ninguém tem tempo disponível, quando se vão adiando encontros com família e amigos, quando a paciência esgota em 5 minutos, quando a veia solidária não está tão viva!
O Natal tem este efeito em mim. Magia em todos os lados, com luzinhas a piscar e o quentinho dos abraços. E, por outro lado, o sentimento de tristeza por perceber que só dura uns dias, talvez um mês.
Eu quero ver Natal sempre. Nas ações, nos gestos e naquilo que vou podendo fazer ao longo do ano. Seja levar o lixo da vizinha que já não tem força para um saco tão grande, como sair do carro para ajudar o senhor de cadeira de rodas que não tem uma rampa que o volte a colocar no passeio. Perguntar a uma senhora sentada no passeio se está bem e perceber que apenas está lá à espera de uma amiga. Levar os meus filhos a passear e perceber que vale mais do que muitas caixas de legos e princesas. Preparar uma refeição que eles gostam quando os vejo mais em baixo e ver um sorriso. Há tantas coisas que nos passam diariamente à frente e a maior parte delas achamos que não são nossas. Mas há coisas que estão ao nosso alcance e que, naquele momento, vão fazer a diferença a outra pessoa. E para mim, estas pequenas coisas que fazemos durante o ano, valem mais do que ajudar o Banco Alimentar nesta época quando vamos ao supermercado, ou pagar 57€ por um pijama de Natal de uma marca portuguesa que, por essa peça, vai ter a gentileza de doar 5€ ao Hospital de São João.
Eu não gosto muito de dar conselhos, porque são opiniões à minha medida e não à medida dos outros, mas acreditem que ajudar a fazer o bem traz mais benefícios do que trabalho a quem o faz por generosidade. Não só no Natal, mas todos os dias.


Retirado do Pinterest

8 de outubro de 2018

Planos de última hora

Já se notam os dias mais pequenos e o tempo já começa a ficar mais fresco. Domingo de tarde, depois da Inês acordar da sesta, estávamos sem planos. Ligámos a uns amigos que também ainda não sabiam bem o que iam fazer. E em 20 minutos, preparámos um lanche, pegámos na manta do piquenique e na bola de futebol e fomos todos para o parque.
O fresquinho já se notava bem, apesar de ao sol ainda dar para aquecer. Entre chouriço, queijo, pipocas e bolachas, deu para um final de tarde bem passado. Fomos atrás do sol e do bom tempo que ainda se sente, pois parece que vem aí mais frio e chuva e temos mesmo é que aproveitar sempre que há oportunidade.
Confesso que já tenho saudades dos lanches no quentinho de casa, nos bolos a sair do forno, no som da chuva lá fora. Mas também já sei que isso me chega para uma semana, pois depois vou ficar cheia de saudades do verão!!!!!!!!
Pelo menos enquanto o sol brilhar, há mesmo que aproveitá-lo.



3 de outubro de 2018

O início do 1º ano

Eis que o Vicente entra no 1º ano da escola e eu sinto um baque. Como é possível eles crescerem tão rápido?! Esta deve ser das frases que mais vezes ouço, que mais vezes digo e o que é certo é que não dá para contorná-la......
A escola é a mesma, mas muda tanta coisa...... Sala diferente, professora diferente, rotinas diferentes, materiais escolares diferentes e até mesmo os colegas de sala são quase todos diferentes. Acho que foi aqui que o Vicente mais sentiu, ficar separado dos melhores amigos. Sente-se perdido no recreio quando não encontra os amigos e as manhãs custam tanto quando o deixo. Ele bem tenta não chorar, mas aquela cara que me diz "Fica aí até eu entrar" deixa-me de coração partido. Já me disse que queria que eu fosse o material escolar dele para estar sempre ao seu lado, já me disse que só queria que eu fosse uma funcionária da escola e também me diz que gostava que todos os minutos fossem hora de almoço (agora, que tem ido almoçar a casa.....).
Aos pouquinhos ele vai-se habituando a procurar os amigos e as brincadeiras que mais gosta, pois na parte de sala já soube que ele está completamente integrado e trabalha bem.
Tem andado entusiasmado com as letras que vai aprendendo. Tem-se aplicado nos trabalhos de casa. 
Ninguém disse que a entrada no 1º ano é canja, mas, sinceramente, achei que ia ser mais fácil do que está a correr.
Agora resta-me confiar no tempo e no miúdo espetacular que tenho. Custa muito senti-lo inseguro em algumas coisas, mas também faz parte do seu crescimento.


15 de setembro de 2018

Não é só comer saudável, é também comer bem

Uns dias antes de ir de férias, decidi ir à minha médica de família, pois andava sempre muito cansada e sentia-me bastante fraca. No fundo, eu já sabia os pontos em que tinha que mexer na minha rotina, mas também queria fazer análises para despistar alguma coisa que pudesse ter.
E quando conhecemos o nosso corpo e sabemos o que nos faz bem ou mal, não é difícil saber onde estamos a errar. Para mim, o difícil é focar-me e começar a fazer aquilo que preciso para andar bem disposta e feliz. Deixei o exercício físico para 2º plano (ou talvez para 5º ou 6º). As aulas de pilates deixaram de ter o horário que me dava jeito (e tãoooo bem que me faziam, pois encontrei uma professora fantástica, o que faz bastante diferença) e eu deixei de picar o meu cartão no torniquete do ginásio. As corridas matinais são um suplício e custa imenso levantar cedo! Para além disso, e de andar sempre a mil e a querer fazer várias tarefas ao mesmo tempo, os meus almoços são uma desgraça total. Nada de sopa, poucos vegetais e sempre a correr para não perder um minuto. Ir almoçar a casa tem algumas vantagens, mas, no meu caso, tem a desvantagem de eu querer deixar sempre alguma coisa adiantada nas lides domésticas, o que me atrasa bastante e depois tenho que fazer o resto (almoçar!) a toda a velocidade.
Felizmente, não há sinais de anemia, mas a médica disse logo que o meu corpo está aqui a precisar de um boost, ou seja, começar a colocar em prática aquilo que eu já sei na teoria: exercício e uma alimentação equilibrada, não só ao jantar, como no resto do dia.
As férias à porta deram-me logo outro alento. A praia e o tempo de qualidade deram-me logo outra energia, mas eu sei que só isso não basta. Até porque as férias já lá vão e os dias frenéticos voltam a atacar.
Decidi que tem que ser agora, que o meu corpo precisa de tempo e dedicação e mais ninguém o pode fazer por mim. E por isso, voltei aos treinos da manhã. Se eu chego à conclusão que não consigo fazer desporto em mais nenhuma hora do dia, vai ter mesmo que ser, custe o que custar! Também fiz download da aplicação Nike Training e quando não quero sair, faço uns treinos em casa.
Quanto à alimentação, os almoços já são mais equilibrados. Como sempre sopa e faço salada para acompanhar o que sobrou do jantar. Quando não sobra, já me mentalizei que tenho duas opções: cantina do trabalho ou então ter umas marmitas congeladas em casa para SOS. Ando a experimentar as marmitas do Umbigo Feliz e estou a gostar.
Tento andar menos acelerada (às vezes é completamente impossível, mas faço o que posso) e apreciar mais vezes coisas tão simples e que estão sempre ao nosso alcance.