22 de maio de 2017

Summer is on

Ainda falta um bocadinho para o verão, ainda vai haver chuva, mas dias de calor são sempre bem-vindos e o melhor é aproveitar quando eles aparecem. Este fim de semana foi muito bem passado com os miúdos. Deu para comer porcarias (mas com vista para o mar, ok?), ir ver os rallys (programa para os homens da casa), aproveitar o nosso jardim e ainda dar um saltinho à praia para brincar na areia, apanhar sol (que a mim não pega por nada!!!!!!) e comer gelados.
Queremos mais dias assim :)


15 de maio de 2017

13 de maio de 2017

Ainda a tentar digerir todas as emoções deste fim de semana. Para mim, o ponto mais alto foi a visita do Papa. Este Papa tão próximo de nós, tão atento, tão simples. Acompanhei praticamente todos os momentos pela televisão e fiquei um pouco arrependida de não ter ido a Fátima. Houve momentos em que me arrepiei e emocionei-me com tudo o que ouvia e via. Nem quero imaginar se lá tivesse estado. Obrigada Papa Francisco por tudo aquilo que nos transmite.
E ainda com as emoções de Fátima ao rubro, fiquei colada ao ecrã para apoiar o Salvador, no Festival da Canção. Muita magia. Não só a música linda e tão singela, mas também a forma como via todas as pessoas a senti-la. A parte do "twelve points" foi delírio total em casa (mesmo já com os miúdos a dormir e o Vicente a ressonar ao nosso lado...eheheh).
No domingo quisemos um tempo a dois, que é tão preciso e andamos a descurar essa parte. Brunch, passeio pela cidade, descanso na relva e muita conversa (a maior parte dela sobre os nossos filhos queridos...ahahaha...impossível desligar a 100%).

Posso resumir este fim de semana de grandes emoções a uma só palavra: SIMPLICIDADE. Tão simples ser feliz e ao mesmo tempo parece que tão difícil alcançá-la. Vou levar este ensinamento dos últimos dias para o resto da vida. Ser simples. Aproveitar os momentos. Descomplicar. Viver.

8 de maio de 2017

Não é preciso muito para ser feliz

Todos os dias são dia das mães, porque não há segundo em que se possa desligar a 100% deste papel. O dia da Mãe vem apenas reforçar esta missão de amor que as mães têm nas suas mãos. Cada vez mais aprecio os momentos, e por isso este dia tinha que ser simples, com os meus filhos. 
Começámos com um acordar de beijinhos e as prendinhas dos miúdos. Como é engraçado perceber a forma como os nossos filhos nos vêem.
Depois saímos de casa para um belo pequeno almoço numa esplanada, pois não podíamos desperdiçar o maravilhoso dia de sol. Claro que uma mãe feliz passa muito por ver os filhos felizes, pelo que fomos com eles para o parque. Correram, subiram, desceram, viram os patinhos e a seguir almoço em família (que ao domingo já costuma ser rotina).
De tarde rumámos a um piquenique no parque. Para além do bom tempo, uma grande amiga fez anos (e também fez um bolo delicioso!) e tínhamos que comemorar. Mais brincadeira, mais corridas (mais um galo na cabeça da Inês!!!), mais flores para a mamã e muita felicidade estampada nos rostos dos miúdos.
Regressámos a casa completamente estourados. Todos, crianças e adultos. Banhos, jantar e cama. Deitar-me assim cansada e tão feliz faz de mim um mãe e uma filha muito agradecida.

Obrigada mãe por tudo o que me ensinas, por todo o apoio que nunca falta. 
Obrigada filhos por todo o carinho que me dão, mesmo quando fazem cara feia.

Não tenho muitas fotos, mas o dia ficou guardado no meu coração :)

21 de abril de 2017

Mini-férias no Algarve

Este ano decidimos fazer uma pausa nas férias da Páscoa e rumar em família até ao Algarve. Foram apenas 5 dias mas que valeram bem a pena.
Ao início estava um pouco de pé atrás. Com o Vicente não temos muitos stresses. Ele é obediente, calmo, já se entretém sozinho e é um bom conversador. Já com a Inês, as coisas não são más, mas também não costumam ser muito pacíficas. Faz birra quando as coisas não estão como quer, se tem sono fica mais irritada e tem mais horários rígidos que o irmão. Mas o problema não está do lado das crianças, mas sim do meu. Acho que as coisas têm que ser idílicas e demasiado perfeitas. Foi aqui que decidi que tinha que me obrigar a desligar todos os complicómetros da minha cabeça. E o que aconteceu? Houve alguns momentos de birra e teimosia, mas correu tudo muito melhor do que inicialmente eu esperava.
A viagem do Porto ao Algarve é sempre demorada. Com dois filhos.....ainda mais. Conseguimos gerir bem as horas, os sonos e as horas de petiscar alguma coisa (íamos petiscando em vez de fazer "o" almoço normal) e apenas com 3 paragens correu tudo super bem. À vinda o mesmo!
Assim que chegámos ao hotel, percebemos que só podíamos passar uns dias excelentes. Ficámos no Vidamar Resort Hotel Algarve, onde tem todas as comodidades para férias com crianças. Quartos grandes, staff simpático e sempre atencioso (desde a receção às funcionárias da limpeza), piscina para crianças e piscina de água quente, a praia logo em frente, um cantinho do bebé com tudo o que uma mãe precisa, kids club, sala de jogos, até o buffet de pequeno-almoço e jantar tinha sempre coisas pensadas para os mais pequenos......enfim, não seria pelo alojamento que as férias poderiam correr mal. 
Tivemos imensa sorte com o tempo. Temperaturas de verão (pelo menos para quem é do Norte...eheheh). E também ficámos hospedados nos dias menos movimentados, pois viemos na sexta-feira Santa, o dia em que o hotel devia estar com lotação esgotada.
Aproveitámos a praia e a piscina de água quente, que os miúdos adoraram. O Vicente é mais cuidadoso, mas a Inês um autêntico peixe, que só estava bem a atirar-se e a engolir pirolitos. E os nossos dias foram sempre assim, praia e piscina. Só ao almoço saímos do Hotel para almoçar (apostámos no Algarve Shopping - que fica a 10 minutos de carro - porque era o mais prático), pois achámos os preços dos restaurantes do Resort um bocado puxados para quem queria apenas petiscar. No regresso aproveitávamos para eles adormecerem e dormirem a sesta no quarto.
Voltámos mais frescos e com (algumas) energias recarregadas. Eu vim mais branca do que quando lá cheguei....eheheheh....mas comigo não há milagres! A Inês foi a única que ganhou um bocadinho de cor. Já o Vicente, branquelas como a mãe, ia sempre para a sombra porque não queria ficar moreno, dizia ele...ahahahah!
No final, estes dias só os quatro foram ótimos e só nos fazem bem. Mas agora já precisava de um fim de semana a dois, pode ser?!  :)




Melhor forma de fazer o caminho entre o hotel e a praia. Inês no carrinho bengala e Vicente de bicicleta. Ninguém reclamou que estava cansado!





30 de março de 2017

A rotina da noite

Os nossos finais de dia são sempre bem cheios. Há sempre imensas coisas para fazer e sinto que o tempo me corre pelas mãos. E, tal como o nome rotina indica, os finais de dia são sempre muito iguais. Assim que saio do trabalho, tenho como missão ir buscar o Vicente à escola. Quando dá para ele andar de bicicleta aproveitamos para passear perto de casa. Depois começa a preparação do jantar e uma ou outra arrumação rápida. Antes que o meu marido chegue com a Inês, dou banho ao Vicente e antes do jantar (que tento que comece às 19.30/19.45) há sempre uns minutos de brincadeira entre irmãos. Normalmente, o jantar é um momento silencioso, sorte a minha de ter dois bons garfos, mas também há umas traquinices pelo meio......Enquanto eu ou o meu marido deixamos a cozinha novamente apresentável, um de nós brinca com os miúdos, tentando sempre começar a reduzir barulhos e euforias. Subimos todos e começa a rotina de deitar. Para o Vicente, que já tomou banho, é lavar os dentes, fazer um jogo, ler uma história no quarto dos pais e depois....dormir. Para a Inês, lavar os dentes, um bom banho, vestir o pijama no quarto (já a meia luz), história e dormir. Como ainda dormem os dois no mesmo quarto, a Inês deita-se primeiro e só depois é que vai o Vicente.
E pronto, são 21.00 e a nossa casa está em silêncio absoluto. O Vicente agarrado ao seu Kiconico e a Inês agarrada ao seu 'penke" (panda). Adoro vê-los dormir e saber que estão bem. Eu aproveito e também me deito. Confesso que depois de um final de rotina mais relaxante, tudo o que menos me apetece é descer escadas e ir adiantar arrumações (como passar a ferro, por exemplo). Prefiro ficar pelo quarto a ler, a ver um pouco de tv e a percorrer as redes sociais. Acordo sempre mais cedo, o que me dá jeito para começar a preparar o dia e, não tão frequente como gostaria, ir dar umas corridas antes que todos acordem.
A rotina pode ser esgotante, mas eu acho que já não sei viver sem ela. Dá tranquilidade aos miúdos e nós já sabemos o que nos espera. E ao fim de semana ou em dias especiais, também nos desviamos um pouco ao habitual.


21 de março de 2017

Fim de semana a 4

No fim de semana que passou foi dia do meu aniversário e logo a seguir o dia do Pai. Como eram dois dias de comemorações, decidimos ir com os miúdos de viagem. Escolhemos a Serra da Estrela, antes que a neve derretesse. Reunimos os equipamentos da neve e lá fomos nós.
Andámos por várias cidades. Começámos em Aveiro para almoçar, Covilhã para lanchar e depois subimos à Torre. Mil e uma aventuras......primeiro para nos vestirmos todos no carro (basicamente era colocar calças e casacos da neve por cima da roupa que tínhamos), depois porque a Inês não foi muito à bola com a neve e ainda outros pequenos imprevistos que foram aparecendo. Lá montámos o boneco de neve e viemos embora. Dormimos no Fundão e no dia seguinte rumámos até à Guarda. Almoçámos e regressámos a casa. Muito exaustos, muito felizes.
Houve momentos mais cansativos, em que tudo parecia correr mal. A viagem também acaba por ser longa e os miúdos ficam um pouco impacientes. Mas lá fomos tentando contornar as coisas.
O telemóvel ficou desligado durante praticamente os dois dias, ou seria impossível aproveitar este tempo em família (felizmente, ainda recebo muitos telefonemas e sms's e não apenas publicações no facebook). Fomos munidos com cadernos e lápis para muitos desenhos, sobretudo na hora das refeições, em que temos que esperar que nos sirvam e há sempre mais momentos mortos (conseguir ter dois miúdos pequenos à mesa tanto tempo às vezes é dose).
O melhor do fim de semana foi ouvir o Vicente dizer: "Mamã, papá, este foi o dia mais feliz da minha vida!" e a Inês fazer-me festinhas numa das viagens, assim que eu disse que estava cansada e com dores de cabeça (parece que percebeu que eu estava mesmo a precisar de uma festinha). 
Não foi um fim de semana perfeito, mas tivemos tempo em família em doses elevadas e de qualidade, sem distrações e tarefas domésticas.


9 de março de 2017

Ser mãe também é...

...explicar ao Baby Boy para que serve a terapia da fala.
- "Mamã, a Mariana e o Rafael foram à terapia da fala. O que é isso?"
- "A terapia da fala é para ajudar os meninos a dizerem as palavras corretamente, para que as outras pessoas os compreendam."
- "Mas eu falo muito, mamã, porque é que também não vou?"-
- "Pois......tu falas pelos cotovelos........"
- "Eu sou o homem-falador....Vicente, o homem-falador" [risos]
- "Tens razão, aí está um bom nome para ti....." [risos]
- "Então [muito sério], porque é que eu não vou à terapia da fala?"

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Fatos de banho na mira

Com este calor que decidiu aparecer já apetece pensar em verão e praia. Ainda falta, é certo, mas quando dermos conta já estamos a colocar o pé na areia. Eu, que preciso de renovar o meu stock de biquinis, já ando a dar uma olhadela ao que vai aparecendo, mas o que é certo é que só consigo ver fatos de banho à frente. Corro sérios riscos, pelo segundo ano consecutivo, de ficar com a barriga ainda mais branca!!!!!!!

Linha de cima - Shein / Women'secret / H&M
Linha de baixo - Primark / Women'secret / Primark

6 de março de 2017

A mãe perfeita

Mas afinal o que é ser perfeito?
Cada vez mais acho que este conceito não existe, sobretudo quando falamos de pessoas. Pode ser muito simpático, muito generoso, muito altruísta....mas ninguém é perfeito. E então no que toca à maternidade, esqueçam, não há perfeição possível. O que mais me custa ouvir é quando uma mãe critica a outra. Contra mim falo, que também não sou perfeita. Mas há palavras e frases que nos ferem. 
Há programas de amigos ou a dois em que eu não levo os meus filhos. Há festas de amigos (porque de família vão sempre comigo) em que opto por não levar a Inês, que ainda é mais pequena e tem os seus horários. E eu sei que a maior parte das pessoas não me compreende. Como é possível esta mãe deixar um dos filhos (ou os dois) no mimo dos avós, a fazer os seus horários, em vez de a meter no carro a fazer horas de viagem, ou a levá-la para restaurantes à hora da sesta ou a querer que ela esteja acordada até à meia-noite em casa de pessoas que não conhece?!?!?! Faço excepções? Faço! Mas para mim, excepção não é 1 ou 2 vezes por semana.....é só de vez em quando. 
Eu lá me vou habituando, a ver olhares de reprovação, a ouvir frases de alguma crítica.....mas o que até agora mais me custou ouvir, foi alguém dizer que por causa destas minhas opções, desta forma de eu ver a minha família, os meus filhos não fazem parte! Bolas, ouvir isto deixou-me mesmo triste, mais ainda porque foi dito por alguém de quem gosto muito. Eu posso falar frequentemente das desvantagens de ser mãe e de tudo o que engloba a maternidade, mas julgarem-me desta maneira deixou-me de rastos.Porque não há maior amor do que o de mãe. Para mim, não há!
E sim, eu vou continuar a ser imperfeita. Aliás, muito imperfeita.
Vou continuar a ir a festas sem os meus filhos. Vou querer ter momentos a dois (seja uma tarde ou um fim de semana....na loucura, uma semana). Vou deixar o Vicente invadir a minha cama a meio da noite. Vou deixar os meus filhos comerem porcarias (doseadas) ao fim de semana. Vou dar a última ronda aos dentes do Vicente e da Inês quando eles acabam de escová-los. Vou pegar na Inês ao colo sempre que ela chora e se encosta a mim. Vou deixar os meus filhos serem crianças e vou dar-lhes todo o meu amor (mesmo quando já não aguento ver legos e desenhos à frente).

Eu sou uma mãe imperfeita, mas se os meus filhos são felizes eu não me importo!


23 de fevereiro de 2017

Primark

Estava a pensar que título dar a esta publicação. Não queria usar o nome de uma marca (até porque não lucro nada com isso), mas é praticamente desta loja que vos queria falar, por isso não vou em rodeios e vamos lá analisar a Primark.
Ontem, no meu Instagram, publiquei duas fotos com uma calças que comprei na Primark. O motivo foi o valor que paguei por elas. 1 EURO (UM!!!!!). Se visse aquelas calças com o seu preço normal (que também não é nada de espetacular...14€) ou noutra loja de "gama superior", talvez não as trouxesse comigo, mas quando vi 2€ marcados na etiqueta apenas procurei o meu número, experimentei e comprei. Foi a loucura quando a senhora da caixa de pagamento passou o código de barras e apareceu no ecrã 1€!!!!!!! E sobre o que as marcas lucram com as peças quando elas entram em loja nem me vou alongar, pois isto dava pano para mangas.
Quando a Primark apareceu eu duvidei, e muito. Peças tão baratas e com modelos tão atuais seria de estranhar. Mas depois percebemos que as peças desta marca e de tantas outras vêm praticamente dos mesmos sítios. Vejo que marcas com peças mais caras também ganham borboto super rápido. Há excepções, claro. Há peças caras de outras lojas que têm bom corte, bons materiais, outro tipo de acabamentos. E esta qualidade também se paga. Mas acreditem que não é por ser caro que é bom. E às vezes as peças mais baratas fazem o mesmo efeito.
Eu fui passando na Primark, sempre de ar desconfiado. Fui comprando uma coisinha aqui e outra ali. Comecei a ver bloggers postar peças desta marca e decidi ir lá ver com os meus próprios olhos. E não é que algumas coisas valem mesmo a pena?! Não para tudo, mas para algumas coisas. Para os meus filhos costumo comprar os interiores (pijamas, cuecas, bodies) e algumas peças como pólos e vestidinhos básicos. Para a casa também costumam ter artigos de decoração super giros. Para mim compro meias, blusas básicas e vou vendo uma ou outra peça gira que acho que valem a pena. O meu marido é o único que ainda não consome desta loja, a não ser uma camisola que decidi comprar para ele experimentar e parece que está aprovada.
É certo que às vezes passo na loja e parece que não tem nada de jeito. Dada a dimensão, é preciso tempo, paciência e sorte.
Da última vez que lá fui, para além das calças de 1€, também trouxe calçado para os miúdos. Vamos experimentar, a ver se valem a pena. É a primeira vez que compro calçado para eles (já comprei uns botins para mim  e estão impecáveis, para além de confortáveis!!!). E quando chego a casa e vejo as peças que comprei parece que tive um dejá vu. Peças tão parecidas com outras que vejo noutras lojas, marcas e blogs. Ora vejam as imagens e digam se já não viram noutros sítios (se calhar as calças é mais difícil, mas na Mango há umas muiiiiito parecidas)!

Calças Primark - 1€
Sapatilhas Primark - 5€
Botas Primark - 6€