24 de setembro de 2019

Ser mãe também é...

...chegar a casa do judo com o Vicente e ele dizer que só tem 1 exercício da primeira página para fazer. Depois de tomar banho fez os trabalhos e foi jantar.
No dia seguinte, diz o Vicente: "afinal, ontem, era para fazer a primeira página toda."
Eu: "então a professora colocou-te falta nos trabalhos de casa...."
Vicente: "não mamã, porque enquanto ela corrigia os trabalhos dos outros meninos eu fiz rápido o que faltava."
Eu: "e fizeste bem?"
Vicente: "tive tudo certo!"
Eu: "Vicente, sabes que foste aldrabão. Para a próxima tens que estar mais atento, porque depois não ouves tudo corretamente."
Vicente: "mas oh mamã, eu não fui aldrabão, pois eu não enganei a professora. Eu sou é um bom improvisador!!!!"

Enquanto lhe explicava que deve estar atento e não aldrabar ninguém, ria-me muito sem ele se aperceber!

10 de setembro de 2019

Braga

Durante as nossas férias de verão, fomos uns dias até Braga. Desde o ano passado que andava de olho num hotel que foi remodelado e que fica mesmo no centro da cidade. E não podia estar mais certa. O local é fantástico. Fica no antigo hospital de S. Marcos e tem toda uma história associada. Todos os edifícios foram incrivelmente restaurados e respeitando a traça original.
Para os miúdos, estes pormenores de antiguidade e decoração ainda passam um bocadinho ao lado, mas explicamos sempre tudo e mostramos o mais que podemos. Alguma coisa deve ficar nas suas memórias!
Para o Vicente interessa a gastronomia e o desporto. Haja boa comida para degustar e uma bela piscina para mostrar os seu dotes de nadador e está tudo bem!
A Inês está mais focada no ambiente e, claro, nos seus "fashion looks". Tudo o que é lagos com peixes, fontes com repuxos, jardins com flores e piscinas, é onde ela está bem. E viemos de Braga com uma novidade: a Inês já mergulha e adora (bastou comprar uns óculos de natação e assim que ela percebeu o fascínio de ver debaixo de água, tudo mudou e deixou de ter medo). Para os seus banhos de sol e para os seus desfiles pelo hotel e pela cidade, há sempre que escolher a melhor bandolete e o melhor fato de banho, como é óbvio.
Ainda lhes fomos mostrar o Sameiro e o Bom Jesus, mas estava tanto, mas tanto nevoeiro, que "vimos Braga por um canudo".... ahahah.
Os miúdos portaram-se bem e adoraram estes dias. Já são fãs das tíbias e das frigideiras! Mais uma vez, e para não destoar do que já começa a ser habitual, não queriam vir embora e imploraram para vivermos para sempre num hotel!!!!




13 de agosto de 2019

Ser mãe também é...

...ir com os miúdos na parte de trás do carro e eles sempre a pedir para lhes mostrar o Mr. Bean ou a Pantera Cor de Rosa no telemóvel. A certa altura disse que tínhamos que inventar outras "brincadeiras". Tínhamos uma garrafa pequena de água vazia e decidi fazer de conta que era uma jornalista. Fomos o caminho todo comigo a fazer-lhes perguntas e eles estavam super contentes e a entrar no espírito de jornalista/entrevistado.
A certa altura, quando já me falhava a criatividade, perguntei à Inês: "Menina, como é a sua mãe?". E a resposta deliciosa que tive......
"Corajosa e bonita!". Opá........nem tenho palavras, sobretudo para a primeira característica. A ser mesmo aquilo que ela pensa de mim, sinto-me super orgulhosa por estar a conseguir mostrar-lhe que não devemos ter medos (alguns medos, porque peixinhos no mar não fazem parte dos meus planos quando vou dar um mergulho!).
Já o Vicente, a quem fiz a mesma pergunta, respondeu: "O mesmo que a Inês, mas a multiplicar por infinitos". Menino fofo da sua mãe!

12 de agosto de 2019

Bye bye, Sra. Pépé

Já me ia esquecendo de assinalar aqui uma data importante para a Miss Inês. Uma semana depois de fazer 4 anos (mais dia, menos dia), a Inês estava a deitar-se para dormir e não sabia onde tinha deixado a chupeta. Lá foi a sua mãezinha procurar com muita vontade, pois caso contrário já adivinhava a noite espetacular que ia ter. Mas, no meio de tanta procura, a sua mãezinha teve um click: "olhem só que rica forma de deixar a chupeta". Mas o que é certo é que o raio da chupeta não aparecia e a que tínhamos de suplente tinha desaparecido há uma semana. Foi aí que esse click passou a ser a realidade!
"Inês, a chupeta não aparece, por isso vais dormir sem ela".
E não é que a miúda ficou com ar triste mas nem uma lágrima, nem um berro, nem mais um episódio de drama queen?!?!
Por outro lado, pedinchou para dormir comigo e eu aceitei. Como imaginei a primeira noite sem chupeta uma coisa terrível, pelo menos assim não teria que me levantar. A miúda dormiu toda a noite e acordou bem disposta. "Afinal, não correu assim tão mal", pensei eu!
E desde então nunca mais pediu a chupeta. Chupeta essa que eu encontrei logo no dia a seguir, atrás de uma cortina, e fiz questão que ficasse mesmo esquecida. Dois dias depois, abri a caixa de música da Inês, sítio que ela abre muitas vezes para ver os seus anéis e bugigangas, e lá estava a primeira chupeta perdida em combate. Não me perguntem como é que ela não a encontrou mais cedo. Posso dizer que foi pura sorte! Essa também já desapareceu do campo de visão de qualquer membro da família.
A sua querida avó tinha uma em casa, que ainda lhe deu quando a Inês dormiu com ela, duas noites depois de ela ter deixado. Mas rapidamente essa chupeta desapareceu, sem que a própria da avó se apercebesse!!!
Nos dias seguintes houve mais birras só porque sim. Notava-se alguma frustração da Inês em situações que ela resolvia com a chupeta. De noite nunca mais se falou nela. 
Agora, toda orgulhosa, ela conta a seguinte história: "Quando eu fiz 4 anos, passaram uns dias e eu deixei de usar a pépé, porque agora eu tenho 4 anos e sou crescida. Agora eu não uso mais pépé, porque agora eu tenho 4 anos!"

Curiosamente, a foto mais recente que eu tenho da chupeta da Inês sou eu que a tenho na mão. A seguir, há cerca de um ano, a Inês tem uma foto com a chupeta na boca. Isto leva-me a concluir que a miúda tirava a chupeta para as fotos, pois foi mesmo muito difícil encontrar alguma em que ela estivesse com ela. Quase não conseguia provar que ela usava mesmo chupeta!!!!!


8 de julho de 2019

Os 7 e os 4 dos miúdos de casa

Este ano, o Vicente teve uma festa de aniversário diferente do habitual. Fez anos durante a semana e no fim de semana a seguir tínhamos compromissos, pelo que não dava para conciliar com a festa entre família e amigos que costumamos preparar em casa. Sendo assim, decidimos fazer a festa no dia. O Vicente convidou os amigos mais próximos (incluindo o primo, claro) e jantaram em casa. A pedido do aniversariante, mandámos vir McDonald's para todos e depois apareceu a família para cantar os parabéns. Foi de facto diferente, mas a felicidade de quem faz anos e recebe prendas foi a mesma!
Este ano escolheu os Pokémon para a festa e apesar de eu não ser daquelas mães que organiza festas temáticas em grande, há sempre uns apontamentos. O Vicente também não é nada exigente. Desde que a comida lhe agrade e haja presentes, está tudo bem!
Este miúdo continua um fofo. Muito tranquilo e compreensivo. Está a querer ficar viciado em telemóvel, mas nós, pais, já estamos a tratar do assunto, que a infância é para imaginar, criar, brincar muito e ser livre. Adoro quando está preocupado com a irmã e fala-lhe com muita ternura, como se de uma filha se tratasse. Mas depois zangam-se e começa logo a repreendê-la. Criam uma cumplicidade bonita de se ver e eu espero que seja sempre assim!



Já a Inês, assim que chegou o dia de anos do irmão, desatou a enumerar uma lista de "exigências" para a festa dela. Era personagens da Disney, era princesas, era glitter, era sei lá mais o quê. No meio daquilo tudo e por "influência" de uma amiga minha, que lhe mostrou um bolo de aniversário de unicórnios, foi decidido que o tema seria esse mesmo.
Com preciosas ajudas, lá se fez o bolo do unicórnio e a festa correu muito bem. Se eu vos disser que a Inês recebeu tudo dos unicórnios, acreditam?! Bem, não foi tudo, mas quase tudo. E ela adorou os unicórnios, as princesas, os golfinhos, a cadeira da papa para as bonecas, os vestidos, enfim....obrigada amigos e família por irem de encontro aos gostos da miúda! Adorou também a festa e ter convidados com quem brincar, mas depois de irem todos embora chorou porque não queria que o dia acabasse!
A Inês continua super fofa e carinhosa. Mas no minuto a seguir já está a chorar ou a fazer birra por tudo e por nada. Chega a ser cansativo, mas lá vamos tentando resolver as situações com calma, muita calma. Anda sempre a competir com o irmão. Quer ser a primeira a subir as escadas, a primeira a tomar banho, a primeira a comer a sopa. Se não é, chora, para variar. Ainda não largou a chupeta (em casa) e está a ser uma batalha dura. Mas havemos de chegar ao dia em que ela não queira e a pépé passa à história.
Esta miúda é daquelas meninas vaidosas até mais não. Nunca pensei pintar as unhas a uma filha apenas com 3 anos. Já sabe que não é sempre, mas em época de festa lá vem ela pedir. Cor de rosa, folhos e brilhantes são aquilo que não pode faltar no seu roupeiro. Ahh, e bandoletes temáticas também não, que já são quase a sua imagem de marca.






4 de julho de 2019

Férias no Alentejo

Estávamos nós a chegar das férias da Páscoa (em abril) e já estávamos a marcar férias para junho. Pesquisamos sempre sítios costeiros, porque somos mais de praia do que de campo, mas desta vez decidimos deixar a praia e rumar até ao interior do país, mais propriamente à região do alentejo. Fomos passar uns dias a Évora. O Hotel Vila Galé Évora pareceu-nos o ideal e para simplificar a logística optámos pelo regime de meia pensão. Ficavamos "livres" para descobrir a cidade durante a hora de almoço.
E assim foi. Os nossos dias resumiram-se a manhã na piscina, almoço na cidade e tarde na piscina. Apanhámos calor, mas nada de extremo, o que ainda deu para andar por aquelas ruelas apertadas, com a lentidão de alguém que não tem pressa nem horas marcadas. 
O Vicente fez amigos e perguntava sempre se já era hora de ir para a piscina. Desde que entrava só saía para ir embora. Nadou muito debaixo de água e divertiu-se nos escorregas. Um verdadeiro peixinho no seu habitat natural. Quem diria, ele que até há pouco tempo berrava só de molhar a cabeça no banho!!!! Sem dúvida que as aulas de natação só com dois alunos estão a surtir muitos efeitos positivos.
Já a Inês, sempre preocupada se os biquinis e fatos de banho tinham folhos suficientes, queria sempre escolher o que vestir. Quanto mais rosa e mais folhos, melhor. Mergulhar ainda não é bem para ela, mas também passava o tempo todo de molho na água a brincar com a boneca e o serviço de chá.
Os miúdos queriam ficar lá para sempre (para variar, sempre que estão em hotéis) e a Inês ainda teve que fazer a sua sessão de choro no check-out porque não queria mesmo vir embora.
Confesso que foi menos cansativo do que as típicas férias de praia, mas praia é praia e o resto do verão será passado na areia e mar salgado sempre que der.




3 de julho de 2019

O casamento de um irmão

Já fui a muitos casamentos e todos eles são especiais. Uns dizem-nos mais do que outros, mas a celebração do amor entre duas pessoas é sempre um momento bonito.
Quando um dos meus irmãos me pediu para ajudá-lo a preparar o pedido de casamento à namorada, ficou logo ali marcado que ia haver festa (óbvio!!!), o que por si só já é motivo para grande alegria. Mas antes desse momento acontecer, nasceram dois sobrinhos lindos e eu fui convidada para madrinha de batismo, que se iria realizar no mesmo dia que o casamento dos pais. Então o dia tornou-se ainda mais especial. Irmã do noivo e madrinha de batismo dos meus sobrinhos.
Quando a data começou a aproximar-se, fiquei de imediato atenta às coleções que iam saindo. Procurava uma peça que me chamasse à atenção, que fosse discreta e que me deixasse confortável. Não queria vestidos compridos e ponderava muito pouco o macacão. Queria uma peça diferente, mas a procura estava tão difícil que pensei em reciclar o que tinha em casa. E então virei-me mais na procura de acessórios que tornassem diferente uma peça já usada noutro casamento.
Estava muito dividida em reciclar ou comprar. Por um lado, somos nós que damos valor aos trapos e normalmente a roupa de casamentos é quase sempre para deixar pendurada no armário. Queremos sempre ter uma visão ambientalista da situação e era por aí que eu estava a raciocinar. Mas, por outro lado, era o casamento do meu irmão, o primeiro irmão a casar. Tinha também o papel de madrinha de batismo dos meus sobrinhos e parecia-me completamente razoável comprar roupa nova. A estrear. Mas também não encontrava nada que me agradasse!
Até que um dia recebo uma newsletter de uma marca de roupa. Por descargo de consciência abri o link e fiz scroll à página. Apareceu-me aquilo que eu procurava, mesmo não sabendo especificamente o que procurava. Mas era aquilo. Tal e qual. Um top com calças que à frente parecia macacão e a trás parecia vestido. Duas peças que depois dão para usar em separado. Já para não falar das calças que dão perfeitamente para o dia a dia.
Dois dias depois fui à loja e experimentei. Apaixonei-me de imediato. Apetecia-me sair assim já vestida e esperar pelo dia do casamento. Era muito confortável. Era diferente. Sentia-me eu. Não precisava de grandes acessórios e dava para usar as minhas sandálias douradas, o que era menos uma coisa a procurar e comprar.
O dia do casamento foi a um domingo e decidi que iria arranjar-me em casa. Fiz um corte pelo ombro e no dia foi só esticar com a placa. A maquilhagem não é o meu forte, mas ao longo dos anos lá me vou desenrascando.
O dia foi maravilhoso. Muito feliz e divertido. Estava tudo ótimo e eu senti-me muito bem!







Top e calças Pedro del Hierro
Brincos Zara
Clutch parecida com esta e emprestada por uma amiga
Sandálias douradas Parfois


2 de maio de 2019

Mini férias da Páscoa

Estas mini férias da Páscoa sabem sempre bem. Parar um bocado da azáfama do dia-a-dia e das tarefas profissionais, aproveitar para estar mais tempo em família e dar atenção aos miúdos. Tentamos sempre sair da nossa cidade para espairecer e respirar outros ares, pois já sabemos que se ficarmos por casa arranjamos sempre afazeres pendentes.
Regressámos aos Salgados, pois gostámos muito de lá estar da última vez. Os miúdos só pensavam na piscina exterior de água quente e nós só não queríamos pensar nas tarefas domésticas e na agenda diária que anda quase ao segundo.
A viagem é sempre cansativa, mas o importante é que corra bem. Tanto na ida como na volta foi tudo muito pacífico, mas confesso que no regresso fiquei exausta. Parece que nunca mais chegávamos a casa.
O tempo não estava propriamente para fazer muita praia e piscina, mas deu para apanhar vitamina D e para os miúdos brincarem na água gelada!!!! Infelizmente a piscina exterior de água quente já não tem água quente (só água gelada como as outras), mas quando o sol abriu ainda deu para saboreá-la. Os miúdos, não eu! Desta vez aproveitámos muito mais a piscina interior, pois estava muito mais agradável. Íamos ao final da tarde para "descontrair" e assim durante o dia tentámos sempre andar a apanhar algum sol.
O Vicente adorou o tempo que passou na piscina e delirou com o jantar buffett cheio de variedade e coisas boas, não fosse ele um grande comilão. A Inês já andava mais preocupada em exibir os seus modelitos de folhos e princesas, de saber quem ia atuar à noite para treinar os seus passos de dança e, claro, nunca se esquecia do seu gelado à sobremesa, minuciosamente decorado por ela.
Os miúdos continuam a falar do hotel e a dizer que querem ir para lá viver (eu também!!!!!!), sinal de que realmente gostaram das férias.
Desligámos um pouco do nosso dia-a-dia e deu-nos energia para voltar à rotina até às próximas férias, que ainda faltam, mas já só pensamos nelas.







27 de março de 2019

As crianças e o desporto

Desde miúda que pratico desporto e já experimentei alguns bem diferentes. Em água, em terra, em equipa e individuais. Porque o desporto sempre me deu muita aprendizagem a nível pessoal e escolar/profissional, muitas amizades e muitos momentos bons, considero que é fundamental no crescimento dos meus filhos. Não os quero forçar a nada, mas tento ao máximo motivá-los para o exercício físico. Em casa damos sempre o exemplo, pois também é importante mostrar que não os estamos a obrigar a nada. Só queremos incutir bons hábitos e aquilo que lhes faz bem.
A Inês tem ginástica e dança na escola e para já ainda não a inscrevi em mais nada. Tem 3 anos e em casa tem imensa energia que a faz pular, saltar, correr...enfim, fico cansada só de pensar. Mas não tarda e vou começar a sondar o que é que ela gostaria mais de fazer.
O Vicente está na natação e tem tido um progresso enorme. Depois de 1 ano e meio na piscina municipal (com mais 10 meninos dentro da piscina), sempre choroso que não queria ir, seguimos o conselho de uma amiga e ele foi para um ginásio onde tem a professora para ele e para mais um menino, que por acaso é, atrevo-me a dizer, o melhor amigo (conhecem-se desde que nasceram!). O trabalho é mais individual e os dois tiveram uma evolução gigante. Só para perceberem, em Outubro, o Vicente detestava água na cara e agora mergulha e anda debaixo de água a pegar em argolas e outros brinquedos. Em casa, a consequência boa disto é que já toma banho sozinho, sem qualquer ajuda. Tem uma aula por semana e depois mais 2 treinos de futebol. Tentei o andebol, mas escolhi um clube pouco organizado e com muitas falhas, o que não ajudou muito na adaptação. Um primo adora futebol e o Vicente foi acompanhá-lo e por lá ficou. Esta já é a segunda época. Não é de todo um desporto do qual seja adepta, mas ele gostou (que é o mais importante) e a parte de ser ao ar livre o ano inteiro dá-lhe outra força e imunidade. Faça chuva ou faça sol!
O primeiro ano correu bem. Ele não tem muito jeito, mas andou lá com a equipa a correr e a aprender com brincadeiras. Já o segundo ano não está a ser aquilo que eu acho que o desporto deve transmitir aos miúdos. O clube decidiu entrar numa liga com outras equipas e está a colocar de parte quem não tem tantas habilidades. Compreendo que queiram muitas vitórias para motivar os miúdos, mas, na minha muito modesta opinião de desportista (já nem falo como mãe), deveria haver mais inclusão, mais espírito de equipa, mais equidade. É muito difícil todos os atletas evoluírem quando só um grupo é estimulado. Fico com muita pena e o Vicente parece começar a aperceber-se que em muitos jogos só foi convocado para um. Que em muitos exercícios ele faz sempre de defesa para os outros treinarem jogadas. Que em alguns treinos ele vai com mais 2 ou 3 meninos fazer exercícios com os mais novos. Eu e o meu marido temos incentivado a ir aos treinos, pois queremos que ele cumpra até ao final da época. Mas já o colocámos à vontade para escolher outro desporto e ir experimentar.
O desporto é importante e faz bem. Praticar o que se gosta é bom para a motivação e a satisfação pessoal. Há muitas aprendizagens para além das específicas de cada desporto: resiliência, trabalho de equipa, espírito de sacrifício e muitas outras que podemos aplicar em toda a nossa vida, seja com a família, amigos ou no trabalho. Já nem falo das grandes e boas amizades que se podem fazer.
Eu espero que os meus filhos encontrem um desporto que adorem e que nunca percam o gosto por se mexerem e se divertirem.

12 de março de 2019

Trash the dress - as fotos

Tendo em conta que me casei em 2008 e que fiz uma sessão Trash the dress em 2011 com promessa de fotos, este post já vem assim um bocadinho (bastante) atrasado. Como sabem não costumo colocar por aqui muitos rostos, pelo que a seleção de fotos a mostrar ficou bastante reduzida. Já para não falar que o disco onde tinha toda a sessão decidiu não colaborar e agora arrisco-me a não conseguir vê-las tão cedo.
Esta sessão foi feita entre amigos. Um amigo que gosta de fotografia e umas amigas que decidiram alinhar nesta maluqice e se auto-intitularam de "assistentes". Começámos num parque e acabámos a tirar fotos no centro do Porto e na Foz.
Algumas fotos ficaram lindas de morrer, outras ficaram divertidas, algumas só dão vontade de rir de tão parvas (mas engraçadas) e ainda houve tempo para registar algumas fotos do grupo que vão ficar na minha memória.
A meio do dia fizemos um piquenique e só vos posso dizer que nos divertimos à brava. Foi para lá de bom este dia cheio de sol, com muitos curiosos e, surpreendentemente, com uma concentração de noivas na Ribeira!!!!!!
Deixo aqui uma pequeníssima seleção (muito pequena mesmo) do que foi o nosso trash the dress.....ahhhhh, e o meu vestido continua direito!