6 de junho de 2011

Um fim-de-semana de arromba

Este fim-de-semana passou a voar e foi bastante intenso. Juntamente com um grupo de amigos, decidimos organizar dois "casamentos" lá em casa. Tudo começou porque um casal amigo concorreu ao casamento de 30 000€ das Páginas Amarelas. Este foi o motivo para mais um cumbíbio.
O sábado foi dia de preparativos. Trabalhos manuais, preparação de textos para o missal e confecção de algumas das iguarias do copo de água. Os trabalhos manuais correram tão bem que superaram as expectativas. Os textos foram preparados até ao último minuto antes da festa. As iguarias, essas, foram aniquiladas antes da festa. Acho que só o bolo de noivos é que resistiu até ao dia seguinte. Foram os salgadinhos, as moelas, o fondue de chocolate com fruta! E só não foi mais porque não havia. Basicamente, acho que fizemos um ensaio dos casórios.
No Domingo foi a azáfama total. Até um guarda-sol tivemos que comprar minutos antes da hora marcada. Mas depois de muita correria, foi engraçado ver o noivo entrar no jardim ao som do Hino do F.C.P. e a noiva com o seu longo véu e ramo de hortênsias ao som da Marcha Nupcial e acompanhada pela madrinha. E também foi engraçado "casar" de surpresa outra amiga, a organizadora de eventos mais empenhada e empolgada que eu já vi. Foi uma tarde bem passada, que só não foi melhor porque perdemos um jogo que nos tirou a possibilidade de sonhar em voltar às competições europeias.
Os dois dias de descanso passaram a voar e nem descansar conseguimos. Mas ao mesmo tempo foi tanta a agitação e a adrelina que deu para não pensar que o fim-de-semana só tem dois dias, que Domingo à tarde já estava a chegar, que as eleições tomaram conta da televisão ou que na segunda-feira voltamos à rotina normal.
Organizar uma festa temática é uma forma muito divertida de reunir os amigos. Acho que passava a minha vida a viajar e a organizar festas. Já estou a pensar em vários temas engraçados. Se alguém tiver ideias, é favor dizer. Agora que a casa de bonecas começa a compôr-se, há que aproveitar para disfrutar da vida e, já agora, de todo o tempo que esperamos para que o nosso lar ficasse habitável.













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