29 de janeiro de 2015

Começar o dia

Procuro sempre inspiração no meu dia-a-dia para poder partilhar aqui no blog. O que é certo é que depois a ideia fica esquecida ou simplesmente não me apetece escrever sobre nada. Mas hoje estava a tomar o pequeno-almoço e lembrei-me de partilhar a rotina matinal, aquelas primeiras horas do dia que podem começar de tantas maneiras diferentes.
Começámos o ano com muita moleza e durante a semana adormecíamos sempre (ou talvez seja melhor dizer, ficávamos na cama só mais um "bocadinho"). E isso traduz-se em deixar o Baby Boy no limite da hora de entrada do infantário e nós (sobretudo eu, que tenho um pouco mais de flexibilidade) em chegar mais tarde ao trabalho. Isto para não falar dos pequenos-almoços sempre a correr e o stress logo cedo.

A meio do mês tomámos uma decisão e com ela duas medidas cruciais, que trouxeram um pouquinho de qualidade às nossas manhãs:
1. Adiantar o despertador em 15 minutos.
2. Preparar toda a roupa (adultos e criança) de véspera.
E com estas duas tarefas tãoooooo simples conseguimos acordar, "mimalhar" a criança, vestir, tomar o pequeno-almoço com todos à mesa e com mais calma (não digo nas calmas, mas sem muitas pressas), chegar cedo ao infantário (menos confusão de crianças a entrar), conseguir estacionamento facilmente e chegar com antecedência ao trabalho.
E estas coisas, parecendo que não, trazem-me mais tranquilidade e até outra energia para o resto do dia. Não digo que no início não custa, e então agora com este tempo frio e com chuva ainda mais, mas é mesmo uma questão de hábito. Até o Baby Boy ficou com menos birras logo pela manhã!

Imagens retiradas do Pinterest


28 de janeiro de 2015

Ser mãe também é...

...ficar orgulhosa quando o Baby Boy diz que quer ir ajudar os pobrezinhos com a vóvó (a minha mãe é voluntária numa associação de solidariedade social). É esta deixa que eu aproveito para lhe dizer "Escolhe alguns brinquedos teus para dar aos meninos que não têm nada!". Mas logo de seguida lá se vai a veia solidária do meu filho, pois ele responde "Mas eu também quero brincar com as minhas coisas...."!

16 de janeiro de 2015

Mango Baby

E já chegou a nova colecção da Mango Baby.  Vale a pena dar uma espreitadela! Roupa gira e em conta, de 1 aos 36 meses. Já fiquei de olho em algumas peças para o Baby Boy.

Imagens Mango



Doce fim de semana

O tão esperado fim de semana está aí à porta, mas parece que o tempo não vai estar famoso para grandes passeios. Em tardes chuvosas e que anoitecem rápido gosto muito (quando tenho paciência) de me dedicar aos doces para um lanche mais elaborado.
Deixo-vos aqui 3 sugestões (todas elas encontradas em sites com muitas receitas de babar) para fazer em casa enquanto a chuva cai lá fora. E depois é só sentarem-se a deliciarem-se, antes que os miúdos, se for o caso, queiram toda a atenção para brincar aos piratas ou às princesas.

Cheescake de amendoim e banana, da Flagrante Delícia.

Scones fáceis e rápidos, do Lume Brando.

Bolo de Chocolate cremoso, da Mafalda Pinto Leite.

Imagens retiradas do Pinterest

Se não tiverem tempo ou paciência para ligar o forno, sempre podem ir à confeitaria comprar pão, croissants, húngaros, miniaturas e ficarem no quentinho do lar a lanchar. Às vezes é o que faço em casa ou com amigos e também não é nada mau.

Imagens retiradas do meu Instagram

14 de janeiro de 2015

Jardim no inverno

Tirando estes últimos dias com alguma chuva, o inverno não podia ter começado da melhor forma, cheio de sol. E se é bom fazer um passeio à beira-mar ou pelo campo, também é bom ficar por casa. Quem tem a sorte de ter um jardim, um terraço, uma varanda ainda pode ter as duas coisas: ficar por casa e aproveitar o exterior. Para fazer uma refeição (de preferência durante o dia a aproveitar as temperaturas mais agradáveis), para relaxar, para jardinar ou simplesmente para estar. Hoje em dia já é normal encontrar as esplanadas cheias em pleno inverno, quando o tempo assim o permite. Algumas apostam em aquecedores de exterior ou mantas, para aconchegar os clientes.
E em nossa casa também podemos utilizar umas mantinhas e beber um chocolate quente.
Eu ainda não aproveito o meu jardim no inverno para momentos de lazer. Após o verão arrumamos os móveis de madeira, os guarda-sóis, os tapetes e vão ficando apenas as luzes. É uma pena, pois já não é a primeira vez que estou por casa, olho para o jardim e só me apetecia um almoço, um lanche ao ar livre. Mas tirar a "tralha" toda dá tanto trabalho....e nunca sabemos quando vêm dias e dias de chuva permanente......que acabamos por deixar tudo arrumadinho até a primavera dar sinais de vida.
Há por aí alguém que aproveita o espaço exterior de casa o ano inteiro?!

Imagens retiradas do Pinterest

13 de janeiro de 2015

Pessoas estranhas

Há uns dias atrás falava com uns amigos sobre pessoas estranhas que aparecem na nossa vida. E são estranhas porque têm condutas.....estranhas, pelo menos no nosso entender! São pessoas normais, saudáveis, muitas vezes até simpáticas (outras vezes muito mal educadas), que desencadeiam uma série de comportamentos estranhos à nossa realidade.
E lembrei-me de um episódio dos mais estranhos da minha vida.
Tinha acabado de entrar na faculdade e estávamos na primeira semana de praxe. Numa das viagens de regresso a casa encontrei uma colega de turma na paragem de autocarro e, por coincidência, entrámos no mesmo número. Fomos fazendo conversa e, umas quantas paragens antes da minha, a rapariga disse "Estou ali a morar num apartamento alugado, por isso saio nesta". Saiu. Quando olhei apenas vi vários blocos de prédios numa área residencial bastante extensa.
Na segunda semana de aulas, logo bem cedo, uma outra colega de turma (com quem por acaso tinha trocado número de telemóvel) ligou-me e disse que a rapariga que tinha ido comigo de autocarro estava muito mal em casa, não era de cá, precisava de ajuda e só eu é que sabia onde ela morava. 
Não pensei muito, peguei num pacote de bolachas, no passe de autocarro, telemóvel e saí. Ia apenas com a paragem onde ela saiu na memória e um ponto de referência: "ela mora em cima de uma papelaria". Quando cheguei ao conjunto de prédios fiquei sem saber por onde começar. Perguntei a quem ia encontrando pelo caminho e lá dei com a papelaria. Fui tocando às campainhas da entrada mesmo ao lado e à segunda ou terceira vez a rapariga atendeu.
Quando entrei nem queria acreditar. Ela estava meeeesssmo mal disposta, tal era o cenário. Perguntei o que se passava, porque é que ainda não tinha ligado a ninguém da família ou ao 112. Ela só disse que estava mal, que a família não podia saber e que não queria ir para o hospital. Ok, boa!
Liguei para o 112. Não fazia a mínima ideia porque ela estava assim. Só a tinha visto umas poucas de vezes nas aulas e falado com ela na viagem de autocarro. A ambulância chegou e já no hospital perguntaram o que se passava. Entreguei a carteira com os documentos e disse que nem eu sabia bem, só nos conhecíamos há uns dias. Fiquei lá o dia todo à espera de saber o que se passava e, já no final do dia, consegui ir ter com ela. Ia ter que ficar internada para perceberem o que era e que a qualquer momento podia ter alta. Perguntei pelos pais. Ela disse que os avisaram, mas que eles não podiam ir lá!!!!!! 
Prontifiquei-me a ir lá buscá-la assim que recebesse alta e no dia seguinte de manhã recebi o telefonema. Fui com o meu pai (ainda não tinha carta de condução), paguei a consulta de urgência porque ela não tinha dinheiro e levei-a a casa, sem perguntas. Quando chegámos, os pais dela estavam a sair do carro mesmo em frente ao nosso. Ajudei-a a sair e os pais pegaram nela e subiram. Nem um bom dia, um olá, um obrigado!
Nos dias seguintes ela ignorou-me nas aulas e assim até ao final do ano. Depois mudei de curso e raramente nos cruzávamos. Um dia encontrei-a no caminho para a paragem e fomos juntas, poucos metros, com conversa de circunstância. Entretanto ela parou e disse que ficava por ali. Ia comprar um bonito ramo de flores para a companheira de casa. No dia anterior doía-lhe a cabeça e a companheira deu-lhe um comprimido, foi uma querida!
Acho que fiquei sem palavras.

9 de janeiro de 2015

Ano novo, cama nova

Com o Baby Boy a crescer, achamos que chegou a altura de pensarmos em comprar-lhe uma cama maior. Ainda está com o berço, agora sem uma das grades, e começa a ficar confinado a um espaço cada vez mais reduzido.
E quando achávamos que iria ser uma tarefa simples, começaram a aparecer algumas dúvidas e indecisões. Cama de criança ou cama de solteiro?! 
A primeira e única loja que visitei foi o IKEA. Tem boas soluções e bastante económicas. A Zara Home deverá ser a escolhida para a parte têxtil, pois tem sempre coisas amorosas.
Alguém já passou pelo mesmo? Têm sugestões para mobiliário de criança?!
Vou estando a par de algumas inspirações para ver se a decisão não tarda a aparecer.


Quartos de criança com camas pequenas
Imagens retiradas do Pinterest

Imagem retirada do Pinterest
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Quarto de crianças com camas de solteiro
Imagens retiradas do Pinterest

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Imagem retirada do Pinterest

Imagens retiradas do Pinterest

8 de janeiro de 2015

Ser mãe também é...

...ouvir a educadora dizer que quando o Baby Boy não vai à escola nota-se logo a diferença. Paz e sossego é o que se respira naquela sala se ele não estiver.
Ele gosta de brincar com os colegas (ou amiguinhos, como gosta de os chamar), inclusive fazer wrestling! Como os tios são mais malucos que ele, fazem dele gato e sapato. Ele acha imensa piada e adora! E como vê nisso uma forma de brincar, toca a fazer com os meninos da sala. Quase todos choram, só um é que lhe dá resposta. No outro dia veio com a marca dos dentes do "amiguinho" ainda resistente.
Em casa estamos sempre a dizer-lhe que não se bate, não se luta. São brincadeiras que só os tios sabem fazer. A educadora já disse para não nos preocuparmos, que é uma fase e que muitos meninos da sala também já passaram por ela!
Eu continuo a alertar e tento não dramatizar muito. Imagino o pensamento daquelas mães cujos filhos chegam a casa a queixar-se do "colega mau"!!!!!

7 de janeiro de 2015

O começo de um novo ano

Dia 1 de janeiro previa-se solarengo. Pensei logo em ir até à praia, onde gosto sempre de respirar aquele ar. Brincadeiras e risos. Seria um dia estupendo.
Mas quando acordámos e olhámos para o olho do Baby Boy não hesitámos muito. Estava tão inchado que nos vestimos e fomos ao hospital. Queríamos perceber o que se passava. Ainda por cima, duas semanas antes, o Baby Boy tinha sido alvo de uma conjuntivite. Estaria a voltar?!
Após vários despistes, a pediatra que nos atendeu colocou uma hipótese e viemos com a receita para ver se melhorava em 2 dias, caso contrário, hospital de novo. Apesar de tudo tivemos um miúdo super bem disposto, bastante falador para toda a gente e muito cómico, o que nos fez passar umas horas mais "descansados".
Almoçámos tarde, ele acordou tarde da sesta, lanchámos tarde e o jantar já foi muito leve. Não foi de todo o melhor dos começos. Espero que o meu marido tenha razão quando diz que seria ótimo que este episódio fosse o pior do Baby Boy para este ano.
Felizmente o inchaço reduziu e dois dias depois o olho estava normal. Vamos deixar os passeios à beira-mar para os dias solarengos que ainda nos esperam!

6 de janeiro de 2015

3, 2, 1.....Feliz Ano Novo

E do Natal à véspera de Ano Novo foi um instantinho. Ainda de férias deu para ver alguns saldos, passear, arrumar e descansar. Desta vez, nem fotos de máquina. Vale-me o telemóvel que, apesar de não ter tão boa qualidade, ainda vai captando alguns momentos.
A mesa vestiu-se em tons de azul e nas doze badaladas não podiam faltar as doze uvas passas. Uns 3 minutos após o começo do novo ano, olhei para o chão. Entre mim e a minha mãe estava uma uva passa. De qual das duas seria?! Preferimos pensar que já lá estava, tinha caído da mesa e não das nossas mãos...eheheh!
Brinde para aqui e para acolá e de repente já estávamos na cama, que o dia tinha sido cansativo. Este ano não houve festarola até tarde, mas também soube bem ir para o quentinho da cama.
Acho que já disse aqui que não pensei em muitas resoluções. Quero viver. Viver intensamente. Aproveitar as coisas boas e sentir-me feliz, sempre rodeada de quem gosto. E claro, saúde, um bem cada vez mais precioso. Isto basta-me!
Feliz Ano Novo.


Happy Christmas

O Natal foi tranquilo. Claro que há sempre alguma azáfama à mistura, mas já faz parte, não conta. Com o frio que se sentia na rua, nada melhor que uma casa quentinha e a cheirar a doces para nos aquecer. E como me sinto sortuda por poder passar uma noite assim em família.
A decoração não podia ser esquecida e, sem grandes pretensões, optei sobretudo pelo branco, com algum verde à mistura. Velinhas e luzinhas também ajudaram a dar um ambiente aconchegante.
O bacalhau cozido com batata e couve são as estrelas da mesa, mas sem esquecer o molho fervido da minha bisavó, que dá um toque diferente e torna o Natal ainda mais especial. Estreei-me nas rabanadas e não ficaram como deveriam, mas estavam quaaase lá.
Este ano, com o Baby Boy mais crescido, a espera e a abertura dos presentes foi bem diferente. Ninguém se vestiu de pai natal, pois ele não gosta. Simulámos antes uma chegada do senhor de barbas à porta de casa. Assim que ouviu bater à porta ficou curioso, mas bastou alguém dizer que era o pai natal a deixar as prendas que ele tinha pedido para começar o "nãoooo, nãooooo, nãoooo quero". Depois de perceber que só lá estavam as prendas, porque o pai natal estava com pressa e ainda tinha muitas casas para visitar, já ficou entusiasmado outra vez. E as horas seguintes foram de muitas gargalhadas e sorrisos. 







5 de janeiro de 2015

De regresso

Tanto tempo sem escrever nada que nem sei bem por onde começar. Quando estou de férias desligo-me de muitas coisas do meu dia-a-dia, uma delas a internet. Fui dando umas espreitadelas, mas sem vontade nem material para vos deixar algum coisa. O instagram ainda é o que me vai "ligando" ao mundo virtual, tal a rapidez e facilidade de tirar uma foto e publicar.
Mas depois de umas boas férias, com direito a tudo um pouco - constipações, passeios, família, amigos, descanso, noites mal dormidas, compras de última hora, comemorações - começa um novo ano, ainda sem qualquer resolução, apenas a querer viver intensamente todos os momentos, sobretudo os bons.
Os próximos posts já deveriam ter cá chegado há mais tempo, mas como o Dia de Reis é amanhã, ainda posso considerar que estamos em época natalícia! E como este ano passamos as festas em casa, a (pouca) reportagem fotográfica que existe é praticamente sobre as decorações que utilizei. Espero que gostem!
Desejo um bom ano 2015, com muitos sonhos e momentos de felicidade!