20 de outubro de 2015

Ser mãe também é...

...ensinar ao Baby Boy que não podemos comprar tudo o que vemos e gostamos. O dinheiro ganha-se com o trabalho e as prioridades não são os bonecos do homem-aranha, a coleção de carros do Hot Wheels e outros brinquedos giros e engraçados, que o nosso amiguinho da escola tem. Algumas vezes ele fica amuado, chateado, irritado também. Confesso que me custa, mas é para bem dele!
E depois, quando acho que o que tento ensinar não tem frutos, o miúdo está na Fnac, pega numa caixa de legos e diz "mamã, quando tiveres muiiiiiito dinheiro, mas só quando tiveres muiiiito, vimos aqui e compramos estes legos, pode ser?" :)
O nosso trabalho como mães nunca é em vão, ou pelo menos eu acredito nisso!

10 de outubro de 2015

A grandeza é relativa

Muitas coisas na nossa vida, senão mesmo todas, são relativas. O que para uns é o melhor, para outros pode ser o pior. E quando às vezes nos deparamos com um problema, se o relativizarmos, podemos perceber que afinal não é assim tão grande. Muita coisa depende do nosso ponto de vista, das nossas expectativas, das nossas vivências, talvez do nosso estado de espírito no momento.
Quantas vezes sonhamos em ter uma casa maior, o último modelo do carro que gostamos, um cartão ilimitado para andarmos sempre na moda e impecavelmente arranjadas, umas férias para a família com tudo do bom e do melhor, no destino mais paradisíaco que possa existir.......o que nós queremos é ter a vida que sempre sonhámos. Depois voltamos à realidade e vemos que a nossa casa pode não ser grande, mas é acolhedora. O carro pode não ser luxuoso, mas leva-nos para onde precisamos. Não esbanjamos dinheiro em roupa, mas também não andamos mal arranjadas. As férias podem ser perto de casa, mas dão para descansar e ganhar energias. E o mais importante de tudo, temos a família connosco, unida, feliz e com saúde. Percebemos que a felicidade está na grandeza do amor e não nas coisas materiais.

E este assunto veio à baila quando há uns dias atrás fomos visitar o Portugal dos Pequenitos. A última vez que lá tinha estado foi há uns 20 e poucos anos e na altura tudo parecia grande. Havia muitas casinhas para visitar e conseguia entrar em todas. A sensação é que passei lá um dia inteiro.
Agora regressei com o Baby Boy e tudo é mais pequeno, desde as réplicas ao espaço onde estão inseridas. Em pouco mais de duas horas deu para ver tudo.
Ele adorou entrar e sair das casinhas, mas principalmente de andar atrás do primo e o primo atrás dele. Foi uma manhã diferente e ainda consegui umas fotos parecidas com as que lá tirei há uns anos para depois compararmos.



3 de outubro de 2015

Ser mãe também é...

...sair de casa em cima da hora para levar o Baby Boy à escolinha, arrancar e.......20 metros à frente ouvir "mamã, esqueceste-te de me apertar o cinto [da cadeirinha auto]".
Ups!!!!!