27 de dezembro de 2016

Filhos

O ano está quase a acabar e é quase inevitável não pensar em várias coisas da vida. Uma delas, claro está, são os meus filhos. Que amor é este que nunca mais acaba.......
Começo por relembrar os tempos em que não havia crianças. Ser mãe nunca foi o meu maior sonho. Sempre passou pelos meus pensamentos como algo do futuro, mas não era uma coisa que eu desejasse mais do que tudo. Depois de alguns anos de casada, a ideia de ter filhos começou a ter mais sentido. Parecia que faltava alguma coisa, que estávamos incompletos. E foi aí que decidimos tentar e de repente já estávamos com o Vicente nos braços. Sem dúvida que com ele subi a uma nova dimensão. Este miúdo é sem dúvida uma fonte de aprendizagem para mim. Apesar de toda a parte menos boa que existe na maternidade (e se existe!), decidimos ir para o segundo. Veio a Inês. Traquina e tão doce princesa. Se eu achava que já não havia sossego em casa (e atenção que o Vicente é uma criança super calma, compreensiva e obediente), então com dois e com um mini furacão como a Inês, percebi realmente o que é o caos. E eu podia continuar a "queixar-me". A preocupação constante que eu tenho com eles, os ranhos que vão aparecendo e que rezo para que não passe disso, o cansaço das férias que deviam ser para descansar mas isso não existe, a atenção que os dois pedem e as birras que inventam se eu faço primeiro o mimo a este ou àquele, o ter que pensar sempre em ter comida saudável e apelativa, enfim.......podia listar um sem número de coisas. 
Mas quando eles me abraçam, me atiram beijos, se encostam a mim quando a meio da noite aparecem na minha cama, quando os vejo a brincar tão cúmplices, quando a Inês se ri ao ver o irmão, isto e muito mais dão-me o combustível que preciso para mais dias com choros, tosses, gritarias entre os dois, ementas semanais e rotinas calculadas ao milésimo de segundo. Este amor que me enche tanto o coração e que eu achava que já não crescia mais é tão inexplicável que nem eu percebo como fico cansada de ter filhos.
E agora que eu faço uma retrospetiva, penso em como a ideia que eu tinha dos filhos é tão diferente. Eu que pensava que era possível uma vida totalmente pacífica e controlável e que afinal nem sempre é bem assim. Eu que pensava ser possível adorar muito um filho e afinal o amor que se sente por ele é tão grande que se torna inexplicável.
Eu queixo-me, é certo, mas estou muito agradecida por ser mãe de duas crianças que tanto amor me dão. Obrigada!


23 de dezembro de 2016

Modelitos de Natal

Entre amarelo, azul, beringela, cinza e branco (e ainda cor de azeitona); entre Gocco, Mango, Zippy e Zara, os modelitos vão-se arranjar para a véspera de Natal e para o dia 25. Como andei a ver as lojas nesta última semana, alguns tamanhos já tinham esgotado e não vai ser o que tinha idealizado. Mas o importante é os miúdos estarem confortáveis. Mas nem tudo é mau. Praticamente tudo o que comprei estava em promoção, pelo que deu para poupar bastante.

Por aí também há quem organize pendants para estes dias de festa?!


Vestido beringela e camisa aos quadrados - Gocco
Camisola mostrada, casaco mostarda e calças cinza - Mango
Camisola azul, blusa de gola e camisa branca - Zippy
Casaco azul marinho - Zara

Christmas time

A um dia da véspera de Natal.
Por muito que me organize cada vez melhor e faça as coisas cada vez mais cedo, há sempre tempo para a azáfama desta época. São as prendas, as roupas para estes dias festivos, alguns jantares pelo meio, a logística de quem prepara o Natal em casa.....enfim, mil e uma coisas para fazer! E juntando a isto as minhas indecisões, bem....só vos posso dizer que há sempre tarefas de última hora.
As prendas para miúdos e família chegada ficaram tratadas entre outubro e novembro, pois consegui aproveitar algumas promoções e o black friday. Para os amigos mais chegados demorei a decidir-me. Queria oferecer alguma coisa diferente e não queria de todo andar atrás de presentes ideais que não existem ou são difíceis de encontrar (sobretudo quando estipulamos um valor pequeno para uma lembrança). E porque eu adoro os meus amigos e quero que eles saibam o quanto gosto deles, este ano vão receber palavras (e não posso dizer mais senão estrago a surpresa)!
As roupas para os miúdos já estão compradas, mas ainda não me decidi o que vão usar na véspera e no dia 25. Sei que nem toda a gente pensa nestas coisas (e de facto não são as mais importantes), mas gosto de pensar em conjuntos giros para estes dias de festa em família. E como nesta parte decidi tudo em cima, foi mais difícil encontrar os tamanhos para as peças que queria.
Este ano não foi possível preparar o calendário de advento, mas em contrapartida o meu marido decidiu surpreender-me com alguns presentes que me foram aparecendo em cima da secretária e nas gavetas da roupa. Um querido e um gesto tão bonito.
E entre muito frio, muitas luzinhas na rua, muita cantoria de Natal (que diga quem trabalha mesmo ao meu lado...eheheheh), muita animação em casa com os miúdos mascarados de super heróis, muitos miminhos e beijinhos, este tempo de magia passou a correr e já estamos a horas de celebrar este dia especial.

Desejo a todos um Santo Natal. Saúde, amor e harmonia. Magia e esperança. Abraços e beijinhos. E digam sempre àqueles pessoas que fazem parte da vossa vida e vos querem bem: GOSTO MUITO DE TI.


21 de novembro de 2016

Tenho uma princesa em casa

A Inês é um dooooce de menina, mas sempre com aquele olhar traquina e malandreco! Adora brincar com legos, com os carros do irmão (e já faz "vrrmmmmmm"), não tem medo do Hulk Smash, nem dos dinossauros com cara de maus, prefere muito mais destruir as construções da lego que o irmão faz do que tentar construir alguma coisa e o que mais gosta de fazer é...........deitar-se no chão a fazer birra quando não pode fazer ou ter o que quer. Lá em nossa casa só há uma boneca, a pequena Mimi, que só é lembrada quando a Inês lhe quer tirar o gorro, e também um pónei (do My Little Poney), que foi lá parar porque era da prima e estava em casa da avó. E depois tem os livros, que ela ADORA. Folheia para trás e para frente e quando os estou a ler ela não descansa enquanto não virar a página.
Mas a minha doce Inês também atira beijinhos, faz olhinhos, pede colinho e miminhos, chama-me mamã com uma vozinha super fofa e se dormir na cama dos papás adora encostar-se e colocar a mão na minha cara.

Lá em nossa casa ainda só há máscaras de menino e nada de fadas ou princesas. Não há muitas coisas em rosa e as brincadeiras são todas de espadas e escudos na mão. Sempre em altas correrias entre irmãos (e eu a ver quando ela vai bater com a cabeça no rodapé). E como a Inês gosta destas aventuras em que o irmão a mete, também gosta de usar a sua máscara de Transformers e andar atrás de nós, como se nos fosse assustar. 
Este doce de miúda é a minha princesa. Princesa traquina e malandreca :)


9 de novembro de 2016

Sobre o que o dia de hoje simboliza para o mundo

Hoje não há página de jornal, notícia de televisão, fotografias no instagram, posts nos blogs, publicações no facebook que não falem das eleições nos EUA. De tudo o que me foi chegando através das tecnologias, 99,5% das pessoas é contra o que aconteceu e o que resta fica para uns poucos de comentários que não defendiam o Trump mas também não viam muito drama nisso.
Eu não sou especialista em economia, nem em política e muitas vezes nem ando muito atualizada (a não ser que me perguntem se a Patrulha Pata tem um elemento novo.....aí eu digo "Sim, a Everest!...dahhh"). Daquilo a que fui assistindo durante a campanha eleitoral, das conversas com amigos e dos posts que fui lendo, nunca pensei que o Donald Trump, com tanta coisa estapafúrdia que foi dizendo, fosse ganhar tanta dimensão. Depois de ver umas entrevistas que um comediante americano fez aos apoiantes de Trump, pensei ainda "não é possível alguém achar que uma pessoa está doente e prestes a morrer só porque o leu no wikipédia.....WTF?!".
Passando tudo isto à frente, não sei se a Hillary seria melhor presidente (O Obama não pode ficar lá para sempre?!), mas que este Trump é uma trampa foi o que sempre me pareceu. Agora só nos resta esperar pelo próximo ano para perceber realmente a dimensão desta decisão.

O que eu retiro de tudo isto é que nada é impossível. Ainda há quem lute por aquilo que quer e consegue (e aqui nem vou falar dos meios que usa, pois cada um tem os seus princípios). Chego à conclusão que por mais tola que seja uma ideia, o importante é lutar por ela, pois no fim saíremos vencedores.
Ainda não é desta que deixo tudo e rumo com a minha família para o campo, desprendida das coisas e a viver em paz com a natureza! Mas quem sabe se este dia tenebroso para o mundo não me dá mais um empurrãozinho para o que ainda é um dos meus sonhos.

Finais de tarde com chuva

Parece que a chuva vai voltar e deve ser mesmo desta que o outono veio para ficar. O Vicente pediu muito para saltar nas poças de água. Sempre que o levo à escola ou no regresso a casa ele pede para meter o pézinho na água. E lá fomos nós comprar umas galochas para ele brincar à vontade. Foi muito divertido, mas durou pouco tempo. Quando se apercebeu que de tanto chapinar já tinha água na meia.......foi um trinta e um e suplicou para ir embora. Felizmente, esta poça era a 10 metros de nossa casa!


5 de novembro de 2016

Veludo

Ando atenta às peças de veludo. Adoro o toque do tecido e a elegância que ostentam. Para minha surpresa, encontrei uma peça numa loja de bijutaria e acessórios, a Parfois. Esta marca tem apostado cada vez mais nos têxteis e já vai apresentando coleções mais completas. Ainda não consegui perceber se a roupa tem boa qualidade e um bom corte, o que pode fazer toda a diferença. Pelo preço de algumas peças não podem utilizar materiais muito fracos, senão vai ser uma desilusão.
Para já, estou apaixonada por este macacão!



4 de novembro de 2016

Piqueniques no parque

Enquanto este tempo de outono permitir vamos ao parque brincar e fazer piqueniques. Os miúdos adoram. Não precisamos de muitas coisas: o lanche (iogurtes, pão fresco, fruta e umas bolachinhas), a nossa manta de piquenique, bicicletas e uma bola. Passeamos pelo parque, apanhamos folhas e depois sentamos-nos a lanchar e brincar. Sabe tão bem aquele ar puro, aquela calma e, nesta época, aquelas cores tão típicas do outono.





E se fizermos isto com amigos é ainda melhor. Fico deliciada a ver a amizade destes dois. Conhecem-se desde que nasceram e estão cada vez mais cúmplices e amigos. Também já se entretêm muito bem os dois sozinhos, o que nos deixa mais tempo para conversas de adultos, onde não se fala de papas, fraldas e sonos! 


Halloween

O halloween é cada vez mais festejado no nosso país. Confesso que não acho muita piada ao conceito, pois não gosto de coisas feias e assustadoras. No entanto, nem concordo, nem discordo que se façam estes festejos. Se por um lado é certo que estamos a comemorar uma tradição que não é nossa, por outro, neste mundo cada vez mais globalizado, porque não as pessoas divertirem-se? Acho que cada um deve fazer o que o deixar mais feliz, desde que isso não interfira com a vida das outras pessoas. 
No nosso bairro, os miúdos que por ali vivem juntam-se e andam a bater às portas. Nós estamos sempre prevenidos, pois nunca sabemos o que nos vão aprontar. Este ano não foram muito mauzinhos e os últimos a tocarem à campainha (já nós estávamos a dormir e a campainha ficou desligada), apenas deixaram uns pózinhos de farinha na entrada e pouco mais. Já nos aconteceu atirarem com farinha e papel molhado à porta da entrada (que na véspera tinha sido envernizada) por mero gozo e maldade, pois nem sequer tocaram ou bateram à porta! Enfim!
O Vicente não quis andar de porta em porta e preferiu escolher uma máscara de Transformer para ficar em casa a "receber" os miúdos que por lá passaram. Na realidade, ele escondeu-se debaixo da mesa todas as vezes que nos bateram à porta!!!!!!!
O mais importante disto tudo foi ele divertir-se com a máscara, pedir para vesti-la várias vezes para brincar e passear de bicicleta. E quando o meu filho está feliz, viva o halloween :)


3 de novembro de 2016

Irmãos

Estes meus filhos. Estes irmãos. Os dois uns queridos, mas com personalidades tão diferentes e ainda tão pequeninos que eles são. Nota-se que querem estar um com o outro, mas ainda não percebem os limites e as limitações de cada um. O Vicente ainda se esquece que a irmã é mais pequena e frágil. Quer pegar, abraçar, correr, saltar com ela. Já a Inês quer brincar com ele e pega em tudo o que ele com tanto cuidado construiu, endireitou, empilhou. Ela chora quando cai desamparada. Ele fica chateado (e até amuado) quando ela mexe nos brinquedos que ele no momento escolheu para brincar.
Quando se distraem os dois a ver desenhos animados, costumo encontrá-los sempre juntinhos. Ela chega-se a ele e encosta-se. Ele dá um jeitinho para ficarem ainda mais coladinhos. É dos momentos mais amorosos que já vi entre os dois.
Sei que vai haver sempre zaragata. Eles vão chatear-se por causa de coisas irrelevantes aos nossos olhos, mas importantes para eles. Mas quero que se abracem sempre muito. Que se ajudem. Quero que sejam irmãos de coração (porque de sangue já o são)!


27 de outubro de 2016

Ser mãe também é......

......ouvir explicações interessantes.
Baby Boy: oh mãe, eu não quero só um presente de Natal, quero mais. 
Eu: filho, o Pai Natal só consegue trazer um presente por menino. 
Baby Boy: mas mãe, eu vou escrever várias cartas ao Pai Natal verdadeiro. Eu vi-o quando deixou os presentes na nossa porta [o ano passado] e ele era mesmo verdadeiro. 
Eu: Pai Natal verdadeiro? Mas existe algum que não seja?
Baby Boy: sim, existe o Pai Natal invisível. 
Eu: mas se é invisível como é que tu o vês? 
Baby Boy: o Pai Natal invisível só anda no céu e só distribui presentes aos anjos. Eu vou escrever cartas ao Pai Natal verdadeiro, o que entrega presentes aos meninos da Terra.

E pronto, começa a loucura do Natal.

25 de outubro de 2016

Arrumar e destralhar

As mudanças de estação são sempre acompanhadas de uma arrumação aos roupeiros. No entanto, durante o ano também sinto necessidade de fazer vários destralhamentos em casa. Dá-me uma sensação de organização e de libertar-me de coisas que não são usadas ou já não servem.
No final há sempre imensas cruzetas que ficam a mais (e que podem ser ocupadas por peças novas que estejam em falta). Prefiro ter poucas coisas no roupeiro mas que sei que me assentam bem e que uso com frequência, do que muitas peças que já estão gastas, já não servem e que já não dou uso há uns bons meses (para não falar em anos). Mas como há sempre um vestido, uma blusa, umas calças ou outra peça que são de boa qualidade e, apesar de não usar tanto, não consigo oferecer, guardo numa caixa (aquelas de arrumação do IKEA), pois não sei quando voltarei a usar. Há peças que dão mesmo para reciclar uns anos mais tarde!
Depois organizo a roupa por tipo de peça e, se ainda tiver tempo e paciência, por cores. Fica tudo muito mais arejado e é muito mais fácil na hora de escolher e conjugar.

Quanto à roupa que fica de lado para oferecer, costumo dividir em dois montes. O monte de roupa que está em bom estado e que vai para associações ou lojas solidárias e o monte de roupa em mau estado, com peças muito gastas, rasgadas ou com buracos. Há uns anos atrás, esta roupa ia diretamente para o lixo, mas agora vão para um local onde vai ser retornada em alimentos para famílias desfavorecidas. No meu caso deixo as roupas em contentores da Sociedade de São Vicente de Paulo (são azuis e estão identificados com o logotipo da associação). Esta roupa estragada é entregue a uma empresa que faz a reciclagem da mesma e, por seu lado, doa alimentos no valor das peças que foram recebidas. Estes alimentos são depois distribuídos pela Sociedade São Vicente de Paulo a famílias carenciadas. É outro meio de ajudar quem precisa :)



24 de outubro de 2016

Festa surpresa

Cada vez mais gosto de celebrar, de reunir família, de convidar amigos. É sempre uma das resoluções do ano: mais convívios. Não sei porque não o faço mais vezes. A vida corre a uma velocidade louca, a semana sempre com rotinas, as ementas para ninguém passar fome em casa, as tarefas domésticas que nunca acabam......e de repente já estamos no fim de semana e só quero descansar. Com dois filhos ainda pequenos, o descanso nem sempre é sentar-me no sofá e não ter ninguém dependente. Quando dou conta já é segunda-feira outra vez!!!!!

O meu pai completou 60 anos e lembrei-me de organizar uma festa surpresa. Andávamos todos com segredinhos para não haver fugas de informação. Mentirinhas para aqui e para acolá e acho que foi uma boa surpresa. A minha mãe é que não é muito boa para estas coisas e quase desvendava tudo. Depois também nos esquecemos da chave na porta e o meu pai não a conseguia abrir.....enfim, isto de festas surpresa tem sempre umas aventuras pelo meio.
Para o bolo, pedi a uma amiga que me fizesse em pasta de açúcar 7 bonecos que simbolizavam os meus pais, os filhos e os netos. Ficou mesmo engraçado e deu outra vida ao singelo bolo de cenoura que lhe preparei.


17 de outubro de 2016

Manhãs

Aqui no blog tento partilhar experiências que vão acontecendo na minha vida e que possam servir de ideias para quem passa por aqui (no caso do meu blog, acho a palavra inspiração muito pretensiosa). De vez em quando também partilho algumas situações do dia-a-dia, mas acho sempre que estas são de menos interesse. Será? Com alguma falta de inspiração para partilhar coisas maravilhosas com vocês e dar dicas do que quer que seja, vou tentar escrever mais sobre os acontecimentos de uma família de quatro.
Hoje começo pelas manhãs. Uma coisa que aprendi ao longo destes anos, e sobretudo depois de ser mãe, é dar mais valor ao tempo. E logo pela manhã, ter tempo para não andar sempre a correr é fundamental para começar bem o dia.
Durante a semana (porque ao fim de semana só me levanto quando os miúdos acordam.....nunca depois das 9h00!!!!!!) gosto de ser a primeira a despertar. Aproveito para preparar lancheiras (Baby Boy e minha), preparar as roupas a vestir (quando não o faço no dia anterior antes de me deitar) e arranjar-me para ficar pronta a tratar dos miúdos. Os pequenos-almoços são tomados sem pressas, há tempo para uns minutos de brincadeira, fazem-se as tarefas de forma descansada e saímos de casa sem stress. Conversamos no caminho da escola e despedimo-nos calmante. Felizmente é isto que acontece na maior parte dos dias.
Hoje não foi assim. Talvez porque a noite da Baby Girl foi com alguns despertares noturnos, quando o telemóvel tocou ninguém se levantou. No momento de ver as horas foi saltar da cama e fazer tudo em sprint. Pequeno almoço a grande velocidade (que só faz mal), muitas vezes ouviu-se "despacha-te que estamos atrasados", lancheiras preparadas com o mais fácil que havia à mão (potes de compal, pão fresco - que ainda houve tempo para uma corrida à padaria da esquina -, iogurtes líquidos, tostinhas, água e já está). Saída à pressa de casa e está a chover.......corridinhas e guarda-chuva, despedida rápida na escola e volta o dia ao normal. Apesar de tudo, o miúdo ficou a horas na escola :)

28 de setembro de 2016

Ser mãe também é...

...ensinar com os exemplos do dia a dia.
Ontem ao jantar, a televisão estava ligada num jogo de futebol. Estava mesmo a começar e o Baby Boy perguntou "quem está a ganhar?". O pai respondeu "está empatado 0-0, todos os jogos começam assim".
Nova pergunta "então e quantos marcaram?". Disse-lhe que zero corresponde a nada e para ele compreender melhor perguntei "quantos pães estão na mesa?" (atenção, não estava nenhum) e o Baby Boy muito rápido "Um!!!!". Eu ainda olhei para ver se tinha visto bem...."oh filho, um? Estás a ver um pão? Onde?"......."Oh mãe, tu ainda não puseste...esqueceste!!!!". E pronto, é isto!

26 de setembro de 2016

Então e a escola, como vai?

Não sei se ainda será cedo para fazer qualquer balanço destes dias de escola do Baby Boy. Uma semana já passou, mas ainda estamos longe de uma adaptação a 100%. Dele e nossa. Como já referi, ele mudou para uma escola maior, o que implica mais crianças, funcionários, espaços, barulho, confusão...... É tudo diferente!
Apesar de nunca ter ficado com lágrimas no rosto ou ter que ser arrancado do meu colo, o Baby Boy fica com aqueles olhinhos a dizer "não me deixes aqui sozinho, leva-me contigo". E são estes olhinhos que me custam ver e deixar por umas horas. Eu tento não dar parte fraca. Mega sorriso de orelha a orelha (e o coração a ficar cada vez mais apertadinho), uma beijoca doce e barulhenta naquelas bochechas fofas e toca a ir embora. No segundo dia ainda fiquei a olhar para ele na porta da sala (foi mais forte que eu)....."vai filho, vai brincar com os teus amiguinhos".....e ouço um "ohhhh mamã, agora não é para brincar, não sabes?". E lá foi ele sentar-se com as outras crianças no tapete da sala, onde dão os bons dias e começam o seu dia de brincadeira. Saí mais aliviada!
Nos outros dias tanto ficou bem como com aqueles olhinhos!!!!
Mas quando o vou buscar está contente e quando preparamos a lancheira juntos ele escolhe os ingredientes com entusiasmo. Já é um bom sinal. A indicação que tenho da escola é a de que ele fica muito bem, é sociável e come muito bem. 
Agora é um dia de cada vez. Uns dias mais alegres, outros mais tristes. Quero transmitir-lhe que a escola não é só o sítio para onde as crianças vão enquanto os pais trabalham, mas que também é uma segunda casa onde ele pode brincar, ter amigos, aprender e ser feliz :)
E após uma semana de escola, o meu filho já não me trata por mamã a maior parte das vezes (agora chama-me mãe) e está sempre com a expressão "a sério?!".
Muito crescido, portanto!

15 de setembro de 2016

Back to School

Chegou aquele dia de setembro tão esperado. Mais pelos pais que pelo Baby Boy. Tentámos não insistir muito sobre o assunto com ele. Para quê?! Já sabíamos que íamos ser bombardeados com perguntas e que a ansiedade ia aumentar. Há uns dias atrás contámos-lhe que ia para uma escola nova. Amigos novos. Brinquedos novos. Espaços novos. Educadora nova. Tudo "novo"! Falámos de todas as vantagens, pois na verdade não há desvantagens. Ele pareceu entusiasmado...até que hoje de manhã disse "quero ir para a escola velha". Disse-lhe que não era possível. Ele perguntou porquê. Tentei ir pelo caminho mais fácil e dizer que agora era só uma escola de bebés. Ele disse que era mentira. Desarmou-me. Contei-lhe a verdade. Daqui a dois anos ia ter que mudar, não havia volta a dar. E nesta escola nova ele vai poder andar mais tempo com os amigos que agora vai fazer.
Como é que uma criança de 4 anos compreende isto?! Não sei. Dizem que eles compreendem mais do que aquilo que imaginamos. Eu acredito. 
Lá fomos nós com o nosso Baby Boy crescido. Nesta escola, o primeiro dia de aulas é com os pais. Ficámos todos na sala a desenhar, a conhecer o espaço juntos, a brincar e a descobrir que afinal há brinquedos que na escola velha também havia. Quando saímos ele perguntou porque é que tinha que mudar!
"Filho, é estranho termos que ficar num sítio onde não conhecemos ninguém, não é? Também aconteceu com a mamã. Quando mudei de escola não conhecia ninguém e achei que ia ficar perdida. Mas todos os dias vamos conhecendo melhor os meninos e as educadoras e depois mais tarde até podemos ser bons amigos. Vais ver que daqui a uns dias já te sentes melhor, é normal!" No meio de tanta coisa que me passou pela cabeça foi o que me saiu. 
Sei que amanhã não vai ser fácil. Apesar de saber que ele compreendeu, também gosta muito das suas coisas e daquilo que conhece. Quem não gosta?! Agora é calma e paciência, com muito amor tudo se resolve :)


14 de setembro de 2016

Ainda do Batizado da Inês

Este post vem um bocadinho atrasado. Já recebi as fotos do batizado da Inês há uns tempos mas só agora estive a escolher quais colocar aqui. Como já devem ter reparado não sou muito de colocar os rostos, pelo que a tarefa não foi fácil. Recebi fotos dos meus filhos que estão para lá de adoráveis. O super simpático Ricardo, da Tales of Light, captou imagens simplesmente lindas e, apesar de não as mostrar todas aqui, posso assegurar que o trabalho está magnífico e que vamos ficar com imagens absolutamente maravilhosas para mais tarde recordar (e muitas para emoldurar). Realmente não há nada como fazer estas sessões fotográficas, seja nestes dias festivos, como também sessões de famílias noutros ambientes (por exemplo, jardins, praia.....).







Fica aqui uma pequena "ficha técnica":

Fofo às florzinhas - Zippy
Fofo branco - Laranjinha
Touca em smocks e body de gola - Loja Maria Bebé
Casaco rosa (pasmem-se!!!!!) - Primark
Sapatos - Ots (no ECI)
Bolo (que depois enfeitei com as flores brancas) - Solar dos Bolos
Vela (que era do Vicente) - compra e gravação na Arte Sacra Porto, anjinho Natura Pura e laço numa retrosaria local
Toalha de família (avó do meu marido)
Vicente - tudo Zara
Vestido renda branco - Mango Outlet


13 de setembro de 2016

Ser mãe também é...

....estar ansiosa para ver como vai ser a adaptação do Baby Boy à nova escola. Instalações maiores, pessoas diferentes, regras diferentes.......eu já sei que as mães costumam "sofrer" mais do que os filhos, e que devemos ficar calmas, e que para eles é mais fácil do que pensamos.....pois, mas aperta-me o coração por ter que deixá-lo no desconhecido.
Eu sei que não estou sozinha. Boa sorte a todos os pais e mães que já têm deixado os filhos nas escolas ou que ainda vão deixar!

9 de setembro de 2016

1 mais 1 são 2

Nas nossas férias reservamos sempre uns dias a dois. Se antes já dávamos valor a estes momentos, agora com dois filhos e muito cansaço ainda mais nos deliciamos com o silêncio e o dolce far niente.
Desta vez rumámos a Arcos de Valdevez para descansar nas Casas de Li - charming and flavour houses. Este alojamento de turismo rural proporcionou-nos conforto, sossego e boa gastronomia, não fosse ele da conhecida 1ª masterchef Lígia Santos. Com poucos quartos e com um ambiente muito simpático, cosy e familiar, optámos por passar o dia entre a relva e a piscina, saindo apenas para almoçar pelas cidades mais próximas, como Ponte da Barca e Ponte de Lima.
As saudades dos miúdos são sempre muitas, mas o descanso, o silêncio, o não ter nada para fazer/arrumar/organizar, também são necessários durante o ano. Foi relax total e já não vejo a hora de voltar a fazer uma escapadinha destas!








8 de setembro de 2016

Mais um casamento, mais (in)decisões

Mais um casamento e desta vez de família. E chegam as indecisões, o que resultará melhor, o que será mais confortável?!....e tantas outras questões. E como desta vez os miúdos também foram, não queria vestidos muito compridos, nem muito curtos. Não vos vou falar da saga pela procura do modelito, porque quase de certeza que todos, principalmente as mulheres, já passaram por isto. Posso dizer que andei pelos vermelhos, depois pelos azuis-cinza e acabei num azul klein lindo. Apaixonei-me por um macacão da Tintoretto e só via coisas boas nesta escolha. Mobilidade, elegância, zero problema com pernas bronzeadas e possibilidade de trocar as sandálias de salto por umas cunhas (muito mais confortáveis) sem ninguém reparar. Já com ele em casa ainda me deu para ir procurar um vestido que tinha visto e, não sei porquê, me tinha apaixonado à primeira vista. A cor morria em mim, as sandálias teriam que ser as ideais para um vestido ligeiramente acima do tornozelo, mas alguma coisa me fez pensar nele até 1 semana antes do casamento. Sorte ou azar, o vestido já tinha esgotado nas lojas......
Como ia super tapada queria um apanhado. Não demasiado simples, como o rabo de cavalo que levei em março, nem muito elaborado ou demasiado preso (já me bastavam as duas crias atreladas a mim para me fazer parecer velha!). Expliquei à cabeleireira e ficou como eu queria. Maquilhagem a gosto e a pedido e 5 minutos antes de sair de casa escolhi os brincos, em dourado, que sobressaiam mais.
Para os miúdos apostei em cores claras e consegui encontrar tudo nos saldos da Gocco, Laranjinha e Tizzas. A coroa de flores que fiz para a Inês também ficou um máximo naqueles caracóizinhos dela.
Correu tudo muito bem. Os noivos estavam radiantes, o espaço da festa muito bem decorado, o catering delicioso.
E que vivam felizes para sempre.







7 de setembro de 2016

Férias em família

Férias. Aquela palavra tantas vezes dita e pensada durante todo o ano. Este ano decidimos deixar a confusão do Algarve (em pleno agosto) e fomos para Sesimbra. Tínhamos lá estado há dois anos, nas mini-férias a dois. Não desiludiu em nada. Ficámos nuns apartamentos quase em frente à praia, muito confortáveis e com todas as comodidades necessárias para quem vai com filhos. Foi no Cerca da Vitória II, o qual recomendo pela localização, conforto e excelente relação qualidade/preço. 
Este ano não fomos sozinhos, os meus pais também se juntaram a nós. Para o Vicente foi o melhor de dois mundos. Pais, avós e férias......o que ele poderia pedir mais (talvez mais gelados, se pudesse)!!!!!
A rotina foi simples e para nós é a que melhor resulta: pequeno-almoço / praia / almoço / sesta / lanche / praia / jantar / passeio / dormir.
Claro que com filhos nunca é descanso total, mas como eu costumo dizer "sabe bem ir cansar-me para outro lado". Com os meus pais por perto também não posso dizer que nada descansei, pois sempre são mais 4 mãos e dois pares de olhos em cima dos miúdos, o que deu para muiiiiiiitos mergulhos naquela água quente e deliciosa. Bolas de berlim, sempre. O único senão de Sesimbra é o tamanho com que a praia fica em maré alta......de tarde foi sempre complicado arranjar lugar, mas lá fomos conseguindo.
O mais importante foi estarmos em família e ver a felicidade dos miúdos.










6 de setembro de 2016

Quando perdemos alguém

Há pouco tempo perdi uma pessoa que me era muito querida. Fez sempre parte da minha vida e ensinou-me muita coisa. Quando adoeceu seriamente, todos à sua volta começaram a preparar-se para o pior......mas quando aconteceu custou muito. E quando essa pessoa que parte só nos deixa boas (e muiiiitas!) recordações, o sentimento de tristeza parece ainda maior. Que saudades!!!
Apesar de me sentir muito triste e de ter constantemente momentos de nostalgia, também sinto muita paz interior. Não sei se tem alguma relação direta, mas o fato de ter dito sempre a essa pessoa o quanto gostava dela, fez-me sentir que não deixei nada por dizer. Há uns anos atrás trocámos uns postais pelos nossos aniversários onde escrevíamos sobre a admiração uma pela outra e sempre que conversávamos falávamos abertamente de muitos assuntos.
Era isto que gostava de partilhar com vocês. Nunca esperem pelo momento certo para dizer que gostam de alguém, para dar um abraço, para dizer uma palavra carinhosa. Seja a filhos, a namorados/namoradas, a maridos/mulheres, a amigos, aos pais, aos avós, aos vizinhos, aos colegas de trabalhos......a todos aqueles de quem gostarem. Todos os segundos da nossa vida são o momento certo!

5 de setembro de 2016

De volta

Férias são férias e desliguei-me um bocadinho da escrita aqui no blogue. No entanto tenho algumas coisas para partilhar com vocês. Espero conseguir fazê-lo durante esta semana. 

Começo por um DIY que fiz com o Vicente, imaginem só....a pedido dele.
Comprei uma t-shirt na Mango, naquelas mega promoções de finais de saldo. É uma tendência, pois tem aquelas aplicações decorativas. Assim que o Vicente me viu com ela disse logo que queria uma igual. E foi fácil. Comprei uma t-shirt básica na Zippy e uns remendos que se vendem na Stradivarius e já está. A aplicação é do mais rápido que há. É só colocar o ferro de passar por cima durante uns segundos. Ele adorou andar "igual" à mãe.
Sobraram dois símbolos mais de meninas e já estou a pensar comprar uma t-shirt para a Inês. O trio dos remendo...eheheheh
Depois da primeira lavagem saiu um dos símbolos da t-shirt do Vicente, que tive que voltar a colocar. Vamos lá ver quanto tempo duram!


11 de agosto de 2016

Agora só em setembro

Ontem foi o último dia do Vicente na escolinha que frequentou desde os dois anos de idade. Em setembro muda de escola e vai ser outra vez tudo novidade. Confesso que estou apreensiva, pois ele já estava super adaptado às pessoas e crianças da escolinha onde esteve. Mas eles crescem e nesta nova escola já vai poder seguir com os futuros amigos durante mais anos (supostamente, não quero estar já aqui a fazer planos que para já não são os mais importantes). 
Para agradecer o carinho e ajuda de todas as pessoas da escolinha onde andou queria oferecer alguma coisa que lhes tocasse o coração, porque é muito difícil passar para bens materiais o enorme obrigada que tenho para dizer. O Vicente adora fazer os "nossos" bolos de chocolate (um só de chocolate e o outro de chocolate com framboesas), assim como adora ajudar a prepará-los (e prová-los também, claro!). E pronto, ficou decidido que seria essa a forma do nosso agradecimento. 
Fomos os dois comprar os ingredientes, preparámos tudo e levámos aqueles dois pedaços do nosso coração. Fiquei muito feliz por saber que gostaram do miminho e mesmo assim não consigo expressar todo o meu obrigada àquelas pessoas, que desde a cantina à secretaria, passando obviamente por todas as educadoras e auxiliares, conhecem o meu filho, sabem como ele é, ajudam-no a crescer e ajudam-nos a nós, família, a educá-lo da melhor forma possível.
Na despedida foi um misto de alegria por cuidarem tão bem dele e de tristeza por ele sair de lá. 
Novas etapas virão e o importante é ele continuar a ser feliz :)


19 de julho de 2016

Beach life

Enquanto as férias não chegam, temos aproveitado os fins de semana de sol para fazer praia. Os miúdos adoram e ficam super felizes. Eu também adoro estar na praia, mas confesso que ir com filhos ainda é muito cansativo. Com o Vicente estamos mais à vontade para quebrar rotinas, mas com a Inês temos que estar mais atentos aos horários, pois com o sono e a fome fica um bocado rabujenta.....e com razão!
Com a prática vamos descomplicando e percebendo qual a melhor estratégia. Para já a parte mais difícil de gerir são as sestas após almoço. Se decidirmos alugar barraca e ficar o dia inteiro na praia, quando acabamos de almoçar temos que os adormecer. E como? Vão à vez no carrinho bengala dar um passeio. Quando adormecem vão para dentro da barraca dormir a sesta. E começa a hora de descanso dos pais, à sombra do guarda-sol a ouvir as ondas e a ter conversas do início ao fim. No entanto, adormecê-los após almoço é uma tarefa ingrata, pois detesto exposição ao sol nas horas perigosas. Tentamos cobrir tudo com um pano branco bem grande e aproveitar todas as sombras possíveis e imaginárias. Para já tem resultado mas não acho a melhor solução, pelo que estamos a ponderar ir só de manhã ou optar por irem fazer a sesta em casa e voltarmos à praia de tarde. O mais chato desta segunda opção é o caos para estacionar o carro da parte da tarde, mas se for o melhor, paciência.
Com os lanches tem sido pacífico. Fruta, iogurtes, bolachinhas, sandes e sopas, para quando almoçamos na praia. Ninguém passa fome e tento levar sempre o mais saudável possível. Claro que depois há sempre a bola de berlim (tentamos dividir pelos 3) e às vezes um geladinho de sobremesa.
Não faltam baldes, pás, camiões, regador, muito protetor, chapéus na cabeça e muita brincadeira. As idas à água também são uma alegria, mas sempre muito vigiadas. Quando está bom para mergulhos saio de lá renovada com aquela água fria, que nos dias de muito calor sabe ainda melhor.
Regressamos a casa cansados, mas felizes pelo dia bem passado. Tento deixar tudo adiantado para o jantar (menus simples e rápidos), para podermos ficar mais tempo na praia e para não ter muito trabalho após os banhos, quando já só nos apetece deitar.



13 de julho de 2016

Bronzear sem ir à praia

Adoro praia. O sol, os mergulhos no mar, os gelados, os cremes com cheirinho a verão, as bolas de berlim......e também gosto de ficar morena. Mas para mim moreno não significa pele bronzeada em tons dourados. Nada disso. Quando eu estou morena quer dizer que estou com a cor que a maior parte das minhas amigas tem no inverno. Para além de eu ser branca tipo lula, ainda tenho a particularidade de demorar muiiiiiiitos dias a ganhar uma cor que se note. Não prescindo do protetor 50+ (adoro o da Piz Buin) e coloco durante toda a época balnear. Apesar do moreno saber bem, o que eu mais gosto é do ambiente descontraído, daqueles dias compridos e cheios de sol, de colocar o pé na areia e, agora que sou mãe, de ver os meus filhos felizes a brincar e a adorar estar na praia.
E como a maior parte do ano (para não dizer os 365 dias) eu estou mesmo branquelas, já pensei em experimentar algum bronzeador para aqueles dias de verão em que apetecia mesmo usar um vestido ou uns calções. Um bronzeado ligeiro, nada que pareça artificial. Um produto que seja fácil de aplicar e não deixe manchas, isso era top. Já ouvi falar muito bem do Divine Legs, da Caudalie, mas estou a falar-vos disto porque ontem vi no site da Primark a nova coleção de bronzeadores. As embalagens têm bom aspeto e o preço é bastante simpático, o que me deixa num misto de "tão barato que não deve ser bom" e "por este preço até nem custa experimentar"!

Alguém já experimentou?! Sugestões de produtos?!

Imagem retirada do site da Primark

12 de julho de 2016

1 ano de Inês

Os dias voam, os meses passam e a minha Baby Girl já fez 1 ano. Arisca e despachada, esta miúda está um amor. Costuma dizer-se que as meninas são do papá, mas neste caso temos menino e menina da mamã (ohhh God, quase nem tenho descanso)!
Adora comer, companhia para brincar, a música do Panda (delira completamente!!!), o irmão com as suas palhaçadas e os seus miminhos, passear, estar na praia, rir, imitar-nos.........muita fofura junta :)
Eu e o pai tirámos o dia de anos para estar com ela. Fomos buscar o mano à escola antes do almoço, assim que chegou com os amiguinhos da praia. Almoçámos os quatro e passámos o resto do dia todos juntos. Preferimos privilegiar estes momentos em família, sobretudo nesta fase em que ainda nem sabem bem o que é um presente. Cada vez mais sinto que o que os meus filhos gostam é de estar com os pais na brincadeira e é isso que tentamos dar-lhes.
Após o jantar, os familiares mais chegados apareceram para os parabéns e uma fatia de bolo. Coisa simples, como eu gosto. O bolo feito por uma amiga é prova disso. E como pedi de cenoura ainda deu para a Inês provar.....e aprovar!

Na consulta de 1 ano fartou-se de chorar, mas o mais importante é que está ótima. Ordens para deixar o leite de lata e começar a fazer a nossa alimentação (dieta saudável, de preferência), evitando no entanto alguns alimentos como os morangos e o chocolate. Entra nas nossas rotinas e parece que vai deixando de ser a nossa bebé.



6 de julho de 2016

Espelho meu, espelho meu, o que faço eu.....

A minha Baby Girl está a umas horas de completar 1 ano e eu ainda não decidi se vou fazer festa, onde vai ser, como vai ser, com quem vai ser......enfim, estou completamente descontraída (até de mais!). 
Amanhã há bolo e parabéns com a família mais chegada, até porque a miúda adora bater palmas quando ouve os parabéns a você. Mas então e a mega festa do primeiro ano que é "normal" fazer aos miúdos? Pois.....não sei! Esta semana está a ser de loucos e eu ando com pouco tempo (e paciência, confesso) para pensar nalguma coisa para lá de espetacular. Até já me ocorreu festejar o aniversário em modo pequeno-almoço, no jardim de nossa casa.
Agora a ideia que estou a tentar construir passa por um piquenique num parque. Mas uma comemoração simples e muito clean, que eu só de pensar na trabalheira que deve ser levar tudo para um parque já começo a achar má ideia!
Qualquer coisa se há-de arranjar. Estou a tentar inspirar-me em imagens e se calhar ainda envio para os convidados (que ainda não convidei) ajudarem no que puderem!!!!!
Estou em modo HELP e já estou com vontade de mudar tudo!


4 de julho de 2016

Fim de semana

Há aqueles fins de semana super cansativos em que só penso "mas quando é que chega segunda-feira?" E depois há aqueles fins de semana (cansativos na mesma) em que só queremos que segunda-feira demore a chegar.
Ter filhos de idades tão pequenas implica andar a reboque das suas rotinas. E quando os dois têm rotinas ligeiramente diferentes não podemos programar muito as horas, pois corremos o risco de nos sair tudo furado. Ontem de manhã, logo pela fresca, decidimos ir até à praia, a segunda vez da Inês. Apesar do calorão no nosso jardim, a praia estava ventosa. Mas na nossa barraca estava muito bom. Tivemos a sorte dos irmãos se entreterem a brincar e assim deu para uns pequenos banhos de sol.  Só faltou mesmo aparecer o sr. das bolas de berlim. Quando viemos embora ao final da manhã, os miúdos aterraram que nem uns patinhos.
Um aniversário ao almoço e de tarde piscina em casa. Eles estavam cansados e nós ainda mais! Não fosse a Inês acordar às 2.30 da manhã a dizer "olá olá olá olá" e só voltar a adormecer às 4.00......e não fosse o Vicente ir dormir para a cama dos pais e cair de cabeça.....e tinha sido uma noite de puro descanso!


1 de julho de 2016

Almost one

Mais um cliché: "o tempo voa"!
A Inês está quase a fazer um ano, como é possível?! A minha bebé, tão pequenina e rechonchuda agora já começa a ficar com ar de menina. As bochechas maravilhosas ainda as tem e apetece apertá-las a toda a hora. A interação com o irmão está cada vez melhor. Eles simplesmente adoram-se! Ela não fala (só diz olá e mamã....e hoje de manhã apontou para o Panda e pareceu-me ouvir "tanta"), mas percebemos tudo o que ela expressa, sobretudo quando aponta (para a comida, para as fotografias, para os livros, para o irmão......). Demorou a sentar-se sozinha, a querer começar gatinhar, a levantar-se sozinha apoiada a alguma coisa, mas agora faz isso tudo e a toda a hora!
E continuo sem saber explicar como é que este amor tão grande que tenho pelos meus filhos aumenta cada vez mais, mesmo quando acho que o que sinto por eles já transborda por todos os lados :)




30 de junho de 2016

Ser mãe também é...

...deitar-me para dormir e arrumar os chinelos bem para o lado para "arrumar caminho", pois já sei que há um dinossauro bebé que a meio da noite nos vem visitar :)

21 de junho de 2016

Conhecer a nossa cidade

Muitas vezes também somos turistas na nossa cidade/vila/aldeia/bairro/rua. Se estivermos atentos, há sempre algo mais para descobrir e é possível desfrutar de atividades bem pertinho de nossa casa. Hoje em dia, as cidades também estão bastante dinamizadoras e desenvolvem programas giros e interessantes.
No fim de semana passado decorreu o Open House Porto, uma iniciativa que nos dá a possibilidade de visitar edifícios (numa vertente arquitectónica) muitas vezes vedados ao público. Nós conseguimos ir com os miúdos ao Novo Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões. Um edifício lindo, que vimos a ser construído e que já está em funcionamento para os cruzeiros que fazem escala em Matosinhos. Tem um anfiteatro enorme no topo, com uma vista fantástica. O arquiteto que desenhou o Terminal preocupou-se em incluir elementos que nos fazem lembrar o mar. São disso exemplo as paredes que parecem escamas, os extintores em forma de peixe, a manga de acesso aos barcos em forma de cauda......um espaço muito engraçado e que também pode ter piada para os miúdos. Vale a pena!



Entretanto o Vicente pegou na máquina fotográfica e fez o registo do resto da visita. Tirava fotos a tudo o que via e até pedia para sorrirmos para a máquina. Diz que adora tirar fotografias. 
Aqui estão elas (algumas!!!!!!).