26 de setembro de 2016

Então e a escola, como vai?

Não sei se ainda será cedo para fazer qualquer balanço destes dias de escola do Baby Boy. Uma semana já passou, mas ainda estamos longe de uma adaptação a 100%. Dele e nossa. Como já referi, ele mudou para uma escola maior, o que implica mais crianças, funcionários, espaços, barulho, confusão...... É tudo diferente!
Apesar de nunca ter ficado com lágrimas no rosto ou ter que ser arrancado do meu colo, o Baby Boy fica com aqueles olhinhos a dizer "não me deixes aqui sozinho, leva-me contigo". E são estes olhinhos que me custam ver e deixar por umas horas. Eu tento não dar parte fraca. Mega sorriso de orelha a orelha (e o coração a ficar cada vez mais apertadinho), uma beijoca doce e barulhenta naquelas bochechas fofas e toca a ir embora. No segundo dia ainda fiquei a olhar para ele na porta da sala (foi mais forte que eu)....."vai filho, vai brincar com os teus amiguinhos".....e ouço um "ohhhh mamã, agora não é para brincar, não sabes?". E lá foi ele sentar-se com as outras crianças no tapete da sala, onde dão os bons dias e começam o seu dia de brincadeira. Saí mais aliviada!
Nos outros dias tanto ficou bem como com aqueles olhinhos!!!!
Mas quando o vou buscar está contente e quando preparamos a lancheira juntos ele escolhe os ingredientes com entusiasmo. Já é um bom sinal. A indicação que tenho da escola é a de que ele fica muito bem, é sociável e come muito bem. 
Agora é um dia de cada vez. Uns dias mais alegres, outros mais tristes. Quero transmitir-lhe que a escola não é só o sítio para onde as crianças vão enquanto os pais trabalham, mas que também é uma segunda casa onde ele pode brincar, ter amigos, aprender e ser feliz :)
E após uma semana de escola, o meu filho já não me trata por mamã a maior parte das vezes (agora chama-me mãe) e está sempre com a expressão "a sério?!".
Muito crescido, portanto!

1 comentário:

  1. Por aqui estamos exactamente na mesma. Ela não mudou de escola, mas mudaram algumas funcionárias com as quais ainda não se adaptou e a despedida tem sido dificil. Eu, de coração na mão, também me armo em forte e despeço-me o mais rápido possivel. Tento pensar que ao final do dia quando a for buscar ela vai estar feliz da vida e mais rica com as experiências vividas.
    Mãe sofre ;)
    Beijinhos

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