22 de janeiro de 2019

Ser mãe também é...

...marcar a primeira vaga disponível do pediatra porque o miúdo se queixa da língua há dois dias e eu vejo umas bolhinhas lá atrás. Lá saí a meio do trabalho, ele faltou às aulas da parte da tarde. Chegámos, o pediatra observou e pergunto eu: "Está a ver as bolhinhas?". E responde o pediatra: "Sim, estou, são as papilas gustativas!!!"
Só me apetecia esconder num buraquinho!!!!! Mas passados uns minutos de sair da consulta perdi-me a rir!!!! Mãe há 6 anos e meio e estou sempre a aprender!
Em minha defesa, o miúdo está congestionado e viemos de lá com prescrição de anti-histamínico e uma solução para o nariz!

8 de janeiro de 2019

Quando as férias sabem tão bem!

Entre o Natal e o Ano Novo costumo tirar férias para estar em família e poder gozar estes dias de festa na tranquilidade. Não sei se tranquilidade é a palavra mais correta, pois com duas crianças há sempre muita agitação. Mas acho que posso aplicar o termo ao facto de andar sem horários restritos e exigentes, muito comum durante praticamente todo o ano.
Foram dias de deitar tarde e de cada um acordar ao seu ritmo. Decidir o que fazer 5 minutos antes de sair de casa para aproveitar o tempo de sol e as temperaturas muito agradáveis para a época. Até as sestas da Inês, das quais raramente abdico, foram passadas ao lado naqueles dias em que só queríamos aproveitar o ar livre até quando desse.
Os miúdos andaram felizes, na rua, com brincadeiras (e muitas discussões também....a Inês continua desafiadora), sem pressas e a desfrutar da companhia uns dos outros. Nem a febre que a Inês teve no dia 25 de dezembro me deixou em baixo, como é normal. O estar em casa e poder cuidar dela dá-me logo outra estabilidade emocional. Felizmente foi só nesse dia e, após consulta com o pediatra, ficou boa num instante. Não fomos passar uns dias fora como o previsto, mas também gostamos muito da nossa cidade e aproveitámos ao máximo a praia, o parque, as esplanadas!
Estas férias souberam-me muito bem. Fizeram-me lindamente e sossegaram o meu ritmo acelerado do dia-a-dia. Ficava assim até me fartar. Sei que, provavelmente, não iria aguentar assim para sempre, mas mais uns tempos acho que não me importava nada.
Agora já voltámos às rotinas. Correrias de manhã, ao almoço e ao final da tarde. Eu bem tento mudar algumas coisas para andar mais tranquila, mas o relógio não deixa. O trabalho também não. E as campainhas das escolas tocam sempre ao segundo, nem mais, nem menos!
Mais uma vez, tirei poucas fotos destes dias de descanso e de caras alegres. Ficam na memória e no coração. O que importa é que gozámos a valer!