28 de fevereiro de 2013

Linda, a Sara

Esta Sara Sampaio é mesmo linda de morrer. E depois até dá vontade de comprar tudo o que ela tem vestido. Como se nos fosse ficar de igual forma! Humpffff!



Estou desgraçada

Os saldos acabam hoje! Como me disse uma tia minha, está na hora de pensar na próxima coleção! Mas eu recebi dois e-mails da Lanidor e não resisti a gastar os últimos cartuchos  O primeiro e-mail era com peças a 60% de desconto. O segundo era com a novidade de a partir de agora as encomendas poderem ser levantadas em lojas Pick Me (quando antes eram entregues em casa).
Isto de fazer cliques e as coisas acontecerem é para lá de espetacular e muito perigoso também.
Fiquem-me por duas peças (15,99€ cada)!

Para mim

Para o Baby Boy

27 de fevereiro de 2013

E tu, fazes a cama?

Numa conversa entre amigas, cheguei à conclusão que só eu e mais uma fazíamos a cama de manhã. Umas não fazem. Puxam as orelhas, dizem elas! Outras acham que de manhã é muito cedo para fazer a cama. Há ainda quem defenda que os ácaros gostam das camas que são feitas logo pela matina. Há quem faça só no fim de semana ou então quando a empregada vai lá a casa. Para quê fazer a cama de manhã, se quando chego à noite a casa vou desfazê-la?! Já ouvi isto muitas vezes. E tem lógica!
Mas é tão bom chegar a casa e ver as coisas arrumadas. E a cama feita! Até há pouco tempo também era daquelas que muito raramente fazia a cama de manhã. Andava sempre a correr e nunca tinha tempo. Às vezes nem para tomar o pequeno-almoço, que fará para fazer a cama. Surpreendentemente, após ter sido mamã é rara a vez em que (não a cama) as camas não ficam feitas antes de sair de casa. Arejar? Enquanto me visto, maquilho e preparo o Baby Boy elas têm tempo de arejar! Só quando não consigo é que faço ao almoço, porque detesto chegar à noite e ter as coisas desarrumadas. Já basta chegar a casa tarde, ter que colocar água  a ferver para o leite do Baby e arranjar as coisas para o dia seguinte.
E vocês, quando fazem a cama?



"Atropelei" uma adolescente

Estou eu a estacionar em espinha em frente a uma escola secundária. Está um grupo de raparigas crescidas a falar e reparam que eu começo a fazer a manobra para o estacionamento. Acham que se mexeram? Nada!  Nickles. Nem meio milímetro. Ok, o carro não ficaria com o rabo assim tanto de fora, por isso não me importei e lá fui eu avançando devagar, muito devagarinho para também não ficar no meio da rua. Aparece então a popstar lá da escola. De calça vermelha e casaco de pêlo branco. Com os lábios pintados e super morena. Aparece para ir falar com as amigas e coloca-se ainda mais perto do meu carro, que por acaso estava a avançar. Só não via quem não queria! E pimbas. Queixou-se ela da pernoca. Pela cara não a aleijei. Fez-me cara de má até eu ter gesticulado com os lábios: "Não achas que devias estar mais atrás?". A partir daí ela fingiu que nada se passou. E eu também! Mas no caminho pensava que deveria ter ido perguntar se estava bem (que eu vi que estava) e dizer que elas deviam ter atenção. Olhem se eu fosse uma louca e estacionasse à maluca!?...Mas pronto, fico à espera de chegar ao carro e não ter uma biqueirada das botas tigresse!

25 de fevereiro de 2013

Pequenas coisas

Após almoçar em casa entro no carro aquecido por uma manhã ao sol. "Desço" para mais uma tarde de trabalho. Consigo ver o mar e aquele azul. Todos os dias, excepto quando o céu não está cinzento. E poucas vezes penso no privilégio que tenho por conseguir ter aquela vista. E começo a sonhar com as férias, o calor, os biquinis e a água salgada! Mmmmmm.......

22 de fevereiro de 2013

Mãe parva

Foi assim que me senti esta semana enquanto dava a sopa ao Baby Boy. Depois de 10 colheres começou a esfregar os olhos e não quis mais. Decidi deitá-lo e ele adormeceu logo. Quando acordou aqueci a sopa que ele deixou e tentei outra vez. Mas não sei porquê, ao sentá-lo na cadeira da papa apenas apertei-lhe uma das pernas. Ele estava tão bem sentadinho. E era só por um instante. Mas depois tive que ir descascar a pêra e quando o ouço "nhá nhá nhá" vou à sala e vejo-o preso por uma perna a escorregar pela cadeira abaixo.
Que parva que eu sou. Tenho sempre tantos cuidados com tudo e acontece-me isto. Podia ter sido pior. Na altura até me deu para rir. Mas pensando bem na situação tive muita sorte.

Uma breve reflexão sobre o meu desporto de competição

Andebol. Há cerca de 16 anos que me dedico ao andebol. Os primeiros 3 anos num clube da terra, pequenino, sem grandes ambições, onde se juntava um grupo de raparigas. No ano em que ficou sem meios financeiros o grupo acabou e tive a sorte de entrar num outro clube que estava a iniciar! Comecei lá desde o seu início. A estrear. Neste clube pratica-se desporto de competição. Com regras. Muitas regras. Treinos 4 vezes por semana e jogos ao fim de semana. Ainda chegamos a ter treinos de manhã, duas vezes por semana. Em alguns anos também tivemos estágio. Fazíamos praticamente tudo que um atleta profissional faz, com a diferença que não temos salário. Era a mais nova. Comecei a ver os jogos na bancada. A equipa estava repleta de estrelas e eu estava a começar a aprender. Depois lá fui sendo convocada e ficava toda contente por estar no mesmo banco que tantas outras, algumas até já tinham passado pela seleção nacional. Vivi muita coisa. Vitórias. Derrotas. Muitas amizades. Muitas viagens, de camioneta, de carro e de avião. Muitas praxadelas. Lesões. Idas ao hospital. Festas. Deixei de viver muita coisa. Aniversários de familiares. Praxes e jantares académicos. Programas com amigos. Noitadas na adolescência. Fins de semana sem namorar. Os anos foram passando. As pessoas foram saindo e novas foram entrando. Comecei a ser das mais velhas e com isso veio a experiência. Já era a primeira opção do treinador e jogava a maior parte do tempo. O tempo continuou a passar até que antes de engravidar já tinha estatuto de capitã (umas das capitãs da equipa). Ficava nervosa antes dos jogos, pois sabia que ia ter que entrar para lutar pelo sucesso. A equipa contava comigo. Estava no meu topo.
Quis assinar por mais uma época. O Baby Boy nasceu em Junho e em Setembro já eu estava na pesada  e dolorosa pré-época. Faço 2 treinos por semana e tenho jogos ao fim de semana. Mas agora custa. Pelo cansaço de noites mal dormidas. Por preocupações quando o Baby Boy está doente. Pelo tempo em que não estou a brincar com a minha cria. Pelos fins de semana deixados pendurados porque tenho jogo fora. E isso resulta em mais cansaço. Em rendimento fraco. Pouca resistência. Longe daquilo que já consegui fazer pela equipa. 
Pela primeira vez em muitos anos não fui convocada para um jogo. Não fiquei triste. Fiquei aliviada por poder ficar com o Baby Boy, principalmente agora que ele está constipado. E assim tenho mais tempo para a família e para estar em casa. Mas ficou uma mágoa. Por não ser necessária ao sucesso da equipa. Por sentir que qualquer pessoa me pode substituir. Senti-me ninguém. 
E para não pensar nestas coisas decidi aceitar o desafio da F. e ir fazer uma aula no ginásio onde ela anda. Vai ser a minha estreia nestas andanças de aulas de nádegas e glúteos e coisas do género. Afinal de contas tenho o fim de semana para recuperar. O próximo treino é só para a semana que vem.

20 de fevereiro de 2013

Outra vez o verde

Parece que o verde anda a invadir os meus pensamentos matinais. Deve ser por querer fugir às peças mais escuras e cinzentas. Só não sei quanto tempo isto vai durar. É que eu fiz uma limpeza enorme ao meu guarda-roupa e sobrou pouca coisa!

Casaco Zara
Blusa Primark
Calças H&M
Botas Zara

Não sei como foi possível

E não é que vi estes sapatos ao vivo e fiquei apaixonada?! Sim, os leopardo! Não sei o que me aconteceu, mas estas pequenas criaturas com tachas assolaparam-me. Talvez passe na loja para ver se ainda tem o meu número. Talvez!

Sapatos Stradivarius

Colorir o dia

O tempo anda cinzento. O cansaço é muito. A constipação decidiu instalar-se em mim. A forma mais rápida de combater estas adversidades foi ir buscar a minha gabardina tcharan!
(isto foi ontem)

Calças H&M
Lenço H&M
Gabardina Fórmula Jovem