17 de setembro de 2014

Que chegue o outono

Isto parece um contra senso com o post anterior, mas o tempo anda cada vez mais estranho e já começa a ser notório que a chuva, o vento e o frio estão a entrar de vez no nosso dia-a-dia. As roupas frescas ainda são a minha opção para estes dias, até porque só de manhã é que sabe bem um casaquinho. As sandálias também ainda fazem parte das minhas escolhas, mas confesso que estou cheia de saudades dos meus botins.
E se o tempo não está famoso para dias de praia, então que o outono venha de uma vez por todas. É que não consigo deixar de pensar nos modelitos que já andam aí espreitar as montras e os lookbooks! E para não variar, a Lanidor tem peças super giras....vou ficar de olho em toda a coleção. Cada vez mais apaixonada por um estilo descontraído e sofisticado, quero eu dizer, por um estilo boho!










15 de setembro de 2014

Afinal ainda é verão...

As férias acabaram, o verão está a terminar e a vontade de prolongar os bons momentos na praia e ao ar livre ainda é muita. As previsões andam uma confusão e às vezes até parece que vivemos num país tropical. Chove mas está abafado, está fresco mas quando o sol abre fica muito quente......enfim, andamos na fase em que as roupas frescas sabem bem como de repente umas galochas davam imenso jeito!
Este fim de semana fomos até à praia. O Baby Boy anda constipado e nada melhor que os ares do mar para o ajudar a recuperar rápido. Ao final da tarde, depois de um lanche delicioso, tirámos o calçado e fomos passear na areia. A água estava ótima, com uma temperatura tão agradável que naquele momento só pensei: "porque é que viemos tão tarde e não trouxemos os biquinis?!". Estava capaz de dar os melhores mergulhos deste verão e o Baby Boy começou logo a sentir os benefícios da água salgada.
Apanhámos pedrinhas, vimos as gaivotas pousar na areia e ficamos a sentir aquela água tão boa nos pés. Esta ida à beira-mar foi uma surpresa muito agradável. Só viemos embora porque havia banhos e jantares à nossa espera!





14 de setembro de 2014

Uma festa de menina

Ontem foi dia de festa....e como nós gostamos de festejar e de estar com os amigos!!!!! Desta vez, uma menina super querida completou o seu primeiro ano de vida e nós estivemos presentes para partilhar esta data tão marcante. A sua mamã, como já nos habituou, preparou tudo ao pormenor e tornou a sua casa numa festa de encantar. À excepção do bolo de aniversário e um ou outro doce ou salgado, foi tudo feito em casa. Estava simplesmente divinal! A decoração foi pensada e elaborada pela mãe e estava fantástica. O tema dos coelhinhos estava em tons de rosa e menta e todo o ambiente respirava florzinhas e docinhos! Esta mãe tem muito bom gosto e ainda umas mãos de fada.
Infelizmente não tirei fotos a todo o espaço, com imensos pormenores queridos. Assim que cheguei fiz uns cliques e depois tive que ir saborear os petiscos das mesas, de tão cheirosos e apelativos que estavam. Fica aqui uma pequena amostra desta festa tão amorosa.








12 de setembro de 2014

School Report

Hoje acaba a segunda semana do Baby Boy na escola (ou infantário, para ser mais correta). Começou de forma gradual e há uma semana que fica lá até ao lanche.
Esta semana foi particularmente diferente, pois estive em trabalho noutro distrito. Os horários andaram um pouco confusos, mas tentámos dar uma rotina dentro do habitual ao pequenote.
E agora vamos passar à parte dos factos. A choradeira ainda acontece todos os dias de manhã. Assim que acorda começa a mesma pergunta repetidamente "onde vamos mamã?". Durante o dia vai brincando, vai choramingando, vai pedindo para ligar à mãe e à avó, vai estando mais por perto das educadoras. As sestas têm sido boas, mas para adormecer conta imensas histórias. E depois temos a hora de almoço e lanche, que segundo a educadora é quando não há menino, tal é a concentração dele a comer o que lhe vão colocando na mesa. 
Nos últimos dias já interage mais com os outros meninos e hoje, para terminar em beleza a segunda semana, ficou de castigo pela primeira vez. Viu o primo e outra criança em plena discussão física e foi lá empurrar a menina. Já lhe disse que isto não se faz, mas também já me ri sozinha!
E na próxima semana há mais. Tem sido uma adaptação lenta, mas normal!

9 de setembro de 2014

O que vestir para um casamento

Não vou colocar aqui as regras e etiquetas de como as pessoas se devem vestir para ir a um casamento. Até porque não sou nenhuma expert nesta matéria e teorias há muitas. Na minha opinião há muitos fatores a ter em conta e o mais importante é as pessoas se sentirem bem com o que escolhem. Tento seguir alguns princípios, como nunca me vestir de branco, deixar vestidos compridos e muitos brilhantes para casamentos mais tardios e ter preocupação com os cabelos e maquilhagem.
Já fiz escolhas acertadas e outras que foram um tiro ao lado. Mas é com os erros que se aprende. Gosto da simplicidade, de vestidos ligeiramente acima do joelho e sempre saltos altos para ficar mais elegante. Quando tento arriscar mais um bocadinho (um vestido com padrão que à partida não escolheria ou um apanhado simples que se tornou numa dor de cabeça) nunca resulta muito bem e por isso disse a mim mesma, desde o último casamento, que da próxima vez seria tudo muito sóbrio.
Surgiu o convite para o casamento de um casal amigo, pelo civil e durante a tarde. Lembrei-me logo de um macacão que tinha visto na Mango e de como seria a ocasião perfeita para o levar. Mas duas coisas deixaram-me na dúvida até uns dias antes do evento. Primeiro porque era preto e eu nuca fui muito fã de preto em casamentos. Segundo porque se gostava de optar por alguma coisa diferente, por outro lado tinha medo de cair em erro mais uma vez.
Depois de equacionar várias hipóteses decidi que era o macacão preto que ia levar. Aliás, já o tinha comprado via online e ficava bem. Para combater o escuro procurei bijuteria colorida e assim que vi o colar da Zara achei que ficaria perfeito. Depois foi juntar umas sandálias pretas e azulão e uma clutch prateda. Acima de tudo senti-me bem e estava sem dúvida diferente das outras convidadas, que maioritariamente escolheu o vestido comprido. E vocês, o que costumam escolher para ir a um casamento?!
Para o Baby Boy, que só lá esteve as primeiras horas, ainda encontrei uns achados nos saldos da Neck&Neck. Para fugir aos azuis (desde o azul marinho ao azul bebé) com brancos levou uma camisa mais colorida (que 10 minutos após chegarmos já estava fora dos calções). Portou-se muito bem e parecia um homenzinho a picar os aperitivos sem pestanejar. Depois foi para casa dos avós para podermos aproveitar o resto da festa, que durou até às 5h30 da manhã. Já não me lembrava do dia em que me deitei tão tarde. E se dois dias depois ainda sentia a ressaca, por outro lado soube-me muito bem.

Alguns pormenores da decoração

Chapéu Zara
Camisa Neck&Neck
Calções Neck&Neck
Sapatilhas H&M

Apesar de ter pedido um preso o mais simples possível e a minha cabeleireira achar que tinha que levar alguma coisa com um toque diferente, no final até gostei do resultado!

Colar Zara


Um dos momentos em que o Baby Boy se portou à altura do evento.
Macacão Mango
Clutch Parfois
Anel comprado no Dubai



3 de setembro de 2014

Twin brothers

Nunca soube o que é ter um irmão, pois quando tive foram logo dois ao mesmo tempo. Muitas vezes perguntam-me como é ser irmã de gémeos. Nunca sei muito bem o que dizer, sempre foi assim. Temos a sorte de ser muito unidos e às vezes, quando estamos todos juntos em casa dos nossos pais, ainda nos comportamos como verdadeiros adolescentes. Reclamamos porque aquele é sempre o primeiro ou porque para o outro fazem sempre as vontades. Já fazemos isto em jeito de brincadeira e a lembrar outros tempos. Quando éramos bem pequeninos eu ficava sempre a perder, apesar de ser a mais velha. Eles eram dois e eu não tinha grandes hipóteses de me defender....e no minuto seguinte já estávamos amigos outra vez. Fui cúmplice de muitas partidas típicas dos gémeos e isso também fortaleceu a nossa relação como irmãos.  A minha mãe vestia-os sempre de igual (ou então com peças iguais mas cores diferentes) e quando íamos a festas íamos os 3 a condizer. Lembro-me de termos mais ou menos a mesma altura (sim, porque agora eles são bem mais altos que eu), e numas dessas festas nos perguntarem se éramos trigémeos. Temos diferença de 2 anos, mas para mim eles serão sempre os caçulinhas. Nem com a chegada dos 30 anos eu os consigo ver como trintões e se calhar o ar de adolescentes que ainda têm também não ajuda nada.
Para assinalar o dia (que foi durante a semana), preparei um jantar e um bolo bem simples. Eles gostaram e foi mais um pretexto para estarmos todos juntos. Estes momentos em família são sempre divertidos e com grande confusão (ainda para mais agora com o Baby Boy a ajudar à festa), que às vezes até parece véspera de Natal.
Para eles escolhi o azul e branco e o bolo era de cenoura com cobertura e recheio de creme queijo (mascarpone com natas). Ainda tive a sorte de encontrar umas sacas giras a combinar para colocar o presente de aniversário (à última da hora lembrei-me que não tinha papel de embrulho e aproveitei que estava no supermercado para ver o que havia). Ainda não foi desta que consegui encontrar coisas diferentes para os dois!






2 de setembro de 2014

Ser mãe também é...

...ouvir o Baby Boy a chamar de manhã (já depois do telemóvel tocar e eu estar a acabar de me arranjar) e dizer ainda a despertar: "o téémóvéu não tocou".
Não me digam que ele entrou na creche e já está a ficar com o síndrome de 'o despertador tocou mas vou ficar mais um bocado na cama'.

1 de setembro de 2014

Baby Boy vai à escola

Hoje foi o primeiro dia de creche do Baby Boy. E como já era de esperar houve choradeira assim que a educadora pegou nele e começou a afastar-se. Já sabíamos para o que íamos, mas mesmo assim custa sempre. Aconselharam-nos a dar um beijinho  e sair, para não prolongar aquele momento que, queiramos ou não, é sempre doloroso para a criança. O meu coração ficou apertadinho e só me apetecia ir para trás dar mais um beijo.
Uma vez que podemos fazer uma adaptação gradual, no primeiro dia só ficou 2 horas. E durante este tempo estive ansiosa e à espera que chegasse o momento para o ir buscar. Assim que nos viu voltou a chorar. Abraçou-se a mim até sairmos e foi acalmando no meio de tanta lágrima.
Vê-lo de bata e mochila na mão fez-me pensar no que ele já cresceu. Este é apenas mais um passo na sua vida.
Queria ter tirado umas fotos giras de recordação, mas no meio da pressa da manhã e de tanta emoção à flor da pele ficaram umas imagens rápidas deste primeiro dia.
Amanhã há mais. Mãe sofre!


31 de agosto de 2014

Memórias de umas férias felizes

Férias são sempre férias, mas quando correm às mil maravilhas sabem ainda melhor. As nossas férias a 3 superaram as minhas expectativas. Depois de no ano passado eu achar que só teria umas boas férias se levasse ajuda, posso dizer que é possível ter uns dias de descanso com uma criança de 2 anos. Apesar de cumprirmos os horários de exposição solar e das refeições não andarem muito longe da nossa rotina normal, o relógio ficou praticamente de lado e o descomplicador ficou ligado 24h sobre 24h. As longas sestas após o almoço e o facto do Baby Boy alinhar em tudo também ajudaram a que tudo corresse pelo melhor. As férias a dois a explorar novas praias também foi uma lufada de ar fresco, pois fugimos (e muito) à nossa rotina habitual. E depois as férias pelo Norte com amigos e a recordar outros tempos foram dias em cheio, que deixam nostalgia (e que vamos tentar reviver em todos os fins de semana que esteja bom tempo).
E como noutras ocasiões, gostamos de captar estes momentos felizes. Confesso que quando estou sem o Baby Boy fico com preguiça para fotos, mas com ele é bem diferente. Quero congelar todos os momentos que passamos juntos e quero que um dia mais tarde ele tenha memórias felizes da sua infância.
Agora com calma vamos escolher algumas fotos para preencher a nossa casa e assim durante o ano vamos recordando estes dias tão felizes. Também levámos a polaróide e ainda estou a estudar uma forma de guardar estas imagens. Talvez compre um álbum onde as possa colar com fitas giras e onde dê para escrever pequenos comentários. O importante mesmo é ir coleccionando muitos momentos assim, pois são eles que me fazem ser feliz!






29 de agosto de 2014

A Norte sê barraqueira

Há sempre uma semana de férias de verão que é passada por casa. Há sempre coisas para fazer! Mas este ano queríamos prolongar o nosso espírito veraneante e alugámos uma barraca com um casal amigo numa das praias perto de casa. E foi o que melhor fizemos. O nosso lema era "Todos os dias na praia, de manhã até ao final da tarde, com ou sem sol". Já se sabe que pelo Norte os dias são mais incertos e temos que estar preparados para tudo. Não faltámos um dia e mesmo com nevoeiro cerrado foi uma semana em cheio (até porque o tempo engana e apanhámos dias espetaculares).
Além do mais, há sempre coisas para fazer: lançar papagaios, apanhar pedrinhas, ir ver os peixinhos nas poças de água, brincar na areia, ler revistas, falar com os vizinhos das barracas, comer bolas de berlim, dormir sestas......enfim, dias muito preenchidos. A rotina foi muito simples. Levámos sopa, fruta e snacks para os mais pequenos e o resto logo se vê. Houve dias em que levámos umas sandes de casa e outros em que íamos almoçar aos restaurantes da marginal. A sesta era feita na barraca e coincidia com as horas mais perigosas. Depois a tarde era para ser aproveitada até não nos apetecer mais. A vantagem da barraca é, para além de termos um local com sombra e mais abrigado das possíveis nortadas, podermos lá deixar brinquedos, toalhas, cadeiras e tudo o que for apenas para a praia. O senhor barraqueiro recolhe ao final do dia e de manhã repõe tudo de novo.
Esta semana fez-me recordar a minha infância, precisamente nas mesmas praias. A minha família alugava uma barraca e lá íamos nós logo pela fresca. Passávamos lá o dia inteiro e fiquei com ótimas recordações desses tempos. Gostava muito de passar estas memórias para o meu filho, pois são vivências que nunca se esquecem. Para o ano, se tudo correr bem, há mais barraca no Norte!